terça-feira, 19 de setembro de 2017

Nova Peixaria


Em jeito de comemoração pelo novo trabalho, no fim de Julho fui com a minha irmã experimentar o fishbar Nova Peixaria, em Odivelas.
E foi uma DESILUSÃO completa!!! Não gostámos mesmo nada!!
Começou logo na entrada, quando apesar de serem 20h de uma sexta-feira, damos com um restaurante completamente vazio, numa zona onde à volta os outros restaurantes estavam à pinha.
Logo aí devíamos ter percebido os sinais e dar meia-volta e escolher outro restaurante. Mas não! Teimosas como tudo e depois de termos visto inúmeras criticas positivas ao conceito lá fomos.
Então foi assim:
  • espetaram com as entradas à nossa frente sem perguntar se estávamos interessadas (odeio quando fazem isso!!). No nosso caso deu-se o caso de não gostarmos de nenhuma e tiveram de recolhê-las.
  • come-se pelos olhos - as fotos dos cardápios são lindas mas não correspondem à realidade;
  • as doses são mini-doses - ficamos com fome!!
  • a comida não foi feita na hora, veio requentada. E ainda mal confecionada com o salmão e o frango a estarem ali no limite do mal passado. Nem sequer tinha marcas de grelhador.
  • os legumes vêm em nacos gigantes, desiguais e mal cozinhados
  • a comida não tem qualquer sabor;
  • funcionários pouco simpáticos.
A nível positivo destacamos apenas:
  • a limonada;
  • a decoração do espaço;
  • e o cheesecake de frutos vermelhos.
Este é certamente um sítio que tão cedo não terá novamente uma visita nossa. Para terem uma ideia quando saímos vínhamos com tal fome que estivemos prestes a ir jantar (novamente) à pizzaria que fica em frente.
Não deixa, no entanto, de haver a reportagem fotográfica...








 





 

sábado, 16 de setembro de 2017

O quarto mágico / Sarah Addison Allen


Sinopse:
Josey Cirrini tem a certeza de apenas três coisas na vida: O Inverno é a sua estação preferida; está perdidamente apaixonada; e um doce sabe muito melhor quando degustado na privacidade do seu esconderijo secreto. Enfrentando uma vida triste, o seu único consolo é a sua pilha de doces e romances a que se entrega todas as noites… Até que descobre que no roupeiro se esconde nada mais nada menos que Della Lee Baker. Fugindo a uma vida de má sorte, Della Lee decide ajudar Josey a mudar de vida. E, em breve, a jovem renunciará às guloseimas e descobrirá que, mesmo sem elas, a vida pode ser doce.
Influenciada põe Della Lee, Josey trava amizade com Chloe Finley, uma jovem que é perseguida por livros que surgem inexplicavelmente nos mais variados lugares e com uma resposta para quase tudo.
À medida que Josey se atreve a sair da sua casca, descobre um mundo onde a cor vermelha tem um poder surpreendente e o amor pode surgir em qualquer altura. E isso é só o início…
Terna e com um toque de magia, esta é uma história encantadora sobre a amizade e o amor - e sobre as surpreendentes e mágicas possibilidades que cada novo dia nos reserva.

Mais um romance levezinho, ideal para as férias e para o verão.
Foi a primeira vez que li algo desta autora, mas gostei bastante. História simples, mas suficientemente envolvente para nos esquecermos da nossa realidade.
Recomendo!!

Dou 3 estrelas!!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Porquinho mealheiro



Desde criança que o porquinho mealheiro é presença assídua cá em casa. Era o habitat das prendas que ia recebendo.
Desde que comecei a trabalhar (e já lá vão mais de 9 anos) o porquinho ganhou mais uma tarefa: guardar as moedas que me sobram durante o mês. Assim, no início do ano é visita obrigatória ao chineses comprar um mealheiro daqueles que apenas abre com abre-latas e depois é enchê-lo durante o ano.
Desde sempre que o seu conteúdo serviu para comprar coisas que queria, mas que os meus pais não podiam comprar. Foi assim que comprei a minha primeira bicicleta, por exemplo. Andei anos e anos a juntar prendas de natal e aniversário num mealheiro e quando juntei o valor fui buscá-la. Já antes tinha sido assim também com a compra de um Nenuco. E muito mais…
Quando comecei a trabalhar decidi que o mealheiro continuaria a existir e teria um fim muito específico: comprar a minha wishlist. Como qualquer mulher que se preze eu também tenho uma pequena lista de itens que adorava ter, mas que, além de não serem itens essenciais à minha sobrevivência, normalmente são um pouco caros. É o que dá ter vocação de rica e carteira de pobre! Mas como a vida é para ser vivida e um miminho de vez em quando não faz mal a ninguém pensei E porque não arranjar uma forma de comprar a minha wishlist sem arruinar as minhas finanças?
A solução que eu encontrei foi usar o mealheiro para isso mesmo.
E como é que eu faço?
Em primeiro lugar o mealheiro é sempre anual. Todos os anos há um mealheiro novo para encher. Coloco lá só moedas de 1€ e 2€, porque são as moedas que tenho menor dificuldade me trocar. As moedas de 0.05€ ninguém as quer.
Regra geral, é ao fim de semana que esvazio a carteira e abasteço o mealheiro com as sobras da semana. Mas acontece muitas vezes que não haver moedas para lá pôr. Tudo bem. Quando houver coloca-se.
Posso levar anos a juntar o valor necessário para comprar um item. Foi o que aconteceu por exemplo com o telemóvel e a máquina fotográfica. Foram precisos vários mealheiros anuais para juntar o valor que precisava. Ok! No problem! O que fiz foi todos os anos o valor que arranjava colocava na poupança e sempre ia ganhando juros. Quando precisei de trocar de telemóvel e já tinha o valor foi só levantar o dinheiro da poupança e ir comprá-lo.
Sempre que consigo abater o item da lista, no ano seguinte, logo no início do ano defino o que quero comprar com o próximo mealheiro. Assim, o incentivo para encher o porquinho mealheiro é maior. Às vezes até o decoro com uma foto do destino do dinheiro, para me recordar.
Este ano comecei um novo mealheiro para um novo item (bastante caro, por sinal) e que provavelmente me vai levar uns anitos a conseguir o valor, mas estamos na luta e o mealheiro já está pesadito.
Já não é a primeira vez que aqui falo do truque do mealheiro para a poupança e posso-vos garantir, por experiência própria que seja para comprar a wishlist, seja para começar uma poupança, seja para poupar para as férias, o porquinho mealheiro enquanto estratégia de poupança FUNCIONA!!! E é talvez das formas mais eficazes de poupar!!
Experimentem um ano e depois contem-me tudo!!! J

domingo, 10 de setembro de 2017

Dinheiro ou multibanco?





Todos os meses é a mesma tourada, chega o dia de receber e fazer contas e lá vem a dúvida: e agora para o dinheiro do mês, uso dinheiro vivo ou multibanco?

Basta uma pequena pesquisa na net e os gurus das finanças pessoais são peremptórios em dizer que devemos pagar sempre em dinheiro. Pois, assim temos uma consciência mais real do dinheiro que gastamos e inconscientemente estamos a poupar.

No entanto, no meu caso ainda não me consegui decidir se poupo mais pagando em dinheiro ou com multibanco.

Concordo que os pagamentos com multibanco obrigam a um controlo maior, mas se tivermos o valor máximo para se gastar bem definido e esse controlo for feito em papel (basta um simples post-it) e registando tanto os pagamentos como os levantamentos é relativamente simples manter o controlo. Para mim, o multibanco tem uma vantagem: o acesso. Eu sou muito preguiçosa para ir ao multibanco. Nunca me apetece lá ir e deixo de comprar muitas coisas por causa disso, acabando por poupar.

Já o caso do dinheiro também temos de ter claramente definido o valor máximo a gastar de cada vez que se vai às compras, porque a tentação do gastar também é grande. Afinal ele está na nossa carteira, em sítio de fácil acesso.

Confesso que nos últimos dois/três anos tenho optado, sobretudo, pelo levantamento logo no início do mês do valor e ir pagando com dinheiro. No entanto, não acho que tenha poupado mais com isso. Aliás tenho-me apercebido que em certas alturas, ter dinheiro na carteira é um perigo para mim. Contudo, como trabalhava longe de casa convinha ter sempre comigo algum dinheiro, então acabava por optar sempre pelo dinheiro.

No entanto, este novo trabalho trouxe-me uma grande vantagem: fica a 5 min. de casa. Logo a despesa do passe foi abolida e apesar de lá estar apenas à um mês não tenho sentido grande vantagem em ter sempre dinheiro na carteira.

Os gastos diários estão reduzidíssimos à goludice de um bolo à tarde (que acontece muito raramente) e ao totoloto que coloco uma vez por semana e que pode ser feito ao fim de semana. Assim, acho que no próximo mês vou experimentar a técnica do multibanco para ver como corre.

E vocês como fazem? Usam dinheiro ou multibanco? E no caso de usarem multibanco como controlam as saídas?

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

O primeiro passo...


Como referi já aqui, o meu processo de actualização de imagem começou ainda corria o mês de Junho.
E o primeiro passo (após alguma pesquisa) que dei foi criar um arquivo de fotos de looks, que entretanto fui partilhando por aqui. O objectivo era, sobretudo, analisar o meu estilo.
Eis algumas das conclusões retiradas…
·         Bem espremido, o meu roupeiro dá para cerca de 5-6 looks na totalidade, isto porque definitivamente eu sou um ás nas compras e reparei que tenho 5 partes de cima e duas partes de baixo (para o verão). Tal deve-se ao facto de ter comprado peças repetidas, nomeadamente calças que, apesar de até serem alguns pares, são todas pretas ou azuis escuras. Ora isso dá cá uma versatilidade tremenda… (#soquenão)
·         Posto isto, basicamente os meus looks repetiam-se todas as semanas, apenas mudava a parte de baixo (ou seja, se esta semana levava o top amarelo da Lanidor com jeans pretos, para a semana leva com jeans azuis escuros), mas a verdade é que parecia que andava sempre igual.
·         Como se pode verificar facilmente, sou detentora de uma vastíssima colecção de malas (#soquenão)
·         Percebi também que não sei comprar em lojas baratas, estilo Primark. Em compensação sou a rainha das boas compras em lojas mais caras, estilo Lanidor, Sacoor, etc.
·         As minhas melhores compras são sempre feitas em início de estação e fora dos outlets, o que muito me entristece já que isso significa que não sei aproveitar ao máximo os saldos e essa importante instituição que são os outlets.