terça-feira, 15 de agosto de 2017

In the mood for... Fashion # 8

Eu adoro detalhes. Pequenos pormenores que fazem toda a diferença. E isso aplica-se também na roupa.
Este top tem um detalhe lindo: um mega laço, que pode ser usado à frente ou atrás (eu gosto mais de usá-lo atrás já que à frente complica-me com o sistema nervoso.
Quando o vi na loja foi amor à primeira vista. Foi daquelas compras impulsivas que resultaram.






Sabrinas azul escuro Foreva
Jeans azuis escuros Salsa
Top Sacoor
Mala camel Quebramar

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Razões para se fazer um crédito


ATENÇÃO!!!
Antes de mais nada esta é a MINHA opinião HOJE! Vale o que vale e, claro, que  pode mudar! J
 
Há dias dei por mim a pensar: se fizesse um crédito porque motivo o faria?

Se olharmos à nossa volta facilmente encontramos pessoas que pagam contas recorrendo ao cartão de crédito. Aliás, isso tornou-se uma tal moda, que quem usa cartão de débito, dinheiro ou paga valores mais altos a pronto é olhado com estranheza (já me aconteceu!). E nos últimos anos o cartão de crédito passou, inclusivamente, a servir para pagar bens essenciais, como a alimentação. Eu acho isso muito preocupante.

Eu nunca tive um cartão de crédito. Nunca tive de lidar com uma fatura dessas, por isso é uma experiência da qual não posso falar. Também não sei os motivos que levam as pessoas a recorrer a eles. Apenas sei os motivos que me levam a não tê-los: o facto o dinheiro não ser meu, que me custa muito caro (juros) e o facto de não ter sido habituada a vê-los lá por casa, sempre me levou a fugir deles (como o diabo foge da cruz).

No entanto, uma vez que não nado em dinheiro, há muito que defini três situações válidas para recorrer a um crédito:

Uma doença
Ao contrário do que muitas vezes dizemos, em Portugal temos um bom sistema de saúde. Vejam os EUA que senão tiverem seguro de saúde não têm acesso a saúde. Aqui não ter dinheiro não invalida que não tenhamos acesso a ela. Aliás, há situações em que temos tudo a custo zero. E falo tanto de tratamentos, consultas, como medicação (falem com um doente oncológico seguido num IPO e verão do que falo. Perceberão que nem sempre os nossos impostos são em vão).

Mas podemos querer optar por ir para o privado e aí é preciso dinheiro. Recorrer a um cartão de crédito pode ser uma opção, caso as poupanças não chegassem e tivesse terminado o plafond do sub-sistema/seguro de saúde. Mas só em último caso, mesmo. Mesmo assim acho que preferia ficar sem poupança e pedir a um familiar antes de ir ter com um banco. ;-)

Um carro
Neste caso considero que é sempre possível juntar o dinheiro e comprá-lo a pronto. No entanto, acidentes acontecem e numa emergência e não havendo tempo suficiente para juntar o valor e se o carro fosse realmente um bem de primeira necessidade para a família recorreria a um crédito.

Contudo teria as minhas condições:

- a prestação teria de caber perfeitamente no meu orçamento e ser manejável (ou seja, poder antecipar o pagamento da totalidade do crédito);

- o crédito não deveria ser a totalidade do valor a pagar pelo carro, ou seja, tentaria dar, pelo menos, 50% do valor a pagar;

- compraria um carro 0Km e o carro dos meus sonhos. Isto porque se teria de recorrer a um crédito nunca o faria para algo que durasse menos que o crédito, ou seja, para mim é inconcebível fazer um crédito para umas férias, por exemplo. Andar anos a pagar umas férias de 8 dias não dá para mim. Sem dúvida que poupava o dinheiro e então iria de férias.

No caso do carro optaria por um 0km (mesmo com a desvalorização e afins) porque iria fazer de tudo para que o carro durasse três vezes mais que o crédito nas minhas mãos, ou seja, imaginando que fazia um crédito a cinco anos, eu só pensaria em trocar novamente de carro quando este já tivesse mais de 15 anos. Desta forma, amortizava duas vezes o crédito, justificando-o. Claro que se fosse uma pessoa que passasse a vida a trocar de carro pensaria antes no renting, e não na compra. Eu não faria, por exemplo, um crédito para comprar um carro usado, mesmo que fosse recente.
 
Uma casa

Esta hipótese acho que é a mais consensual de todas. É certo que há sempre a hipótese do aluguer, mas dado que vivemos num país onde a prestação ao banco é mais baixa que uma renda a um senhorio e como sempre achei que uma casa é património, logo é um investimento, lá há-de chegar o dia em que também eu vou pertencer ao clube dos endividados para a vida. J Como o euromilhões ainda não encontrou o caminho da minha conta bancária o crédito é a solução mais promissora.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Vegana Burgers

No dia da visita à Feira do Livro foi dia de conhecer um novo paladar: os Vegana burgers. Basicamente para que quem quer uma alternativa ao hambúrguer de carne este é o sitio ideal.

Vamos às fotos...

... o meu...





 
Hambúrguer de caril e grão com molho pesto e maçã verde em pão de alfarroba
 
... a escolha da mana...
 

 
Hambúrguer de batata doce e grão com molho de manga em pão de alfarroba
 
A opinião geral é que, sim senhora, são muito saborosos e que, ao contrário do que eu pensava, saciam. Mas também ficou provado que, para mim, ainda não substitui o hamburger de carne. ;-)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Uma imagem vale mais que mil palavras...

Desde que comecei a trabalhar que travo duas lutas internas: a minha organização financeira e a minha imagem.
Por vários motivos, eu sempre fui uma pessoa com pouca roupa. E quando digo pouca, falo mesmo num número reduzido de peças de roupa. E isso sempre gerou em mim um descontentamento com a minha imagem. Tanto que prometi a mim mesma que quando começasse a trabalhar resolveria esse problema.
 
E tentei. Estes últimos anos têm sido tentativas, atrás de tentativas para criar um guarda-roupa que me agrade, que se me faça sentir bem e confortável quando o visto, que seja versátil e que tenha um número suficiente. Confesso que nos últimos dois, três anos desmotivei um pouco e deixei de parte esse lado. Por cansaço, por motivos pessoais e familiares.
Mas, sou uma pessoa que gosta de aproveitar as oportunidades que a vida lhe dá. E agora tive uma daquelas enormes. J
Aproveitando a mudança de trabalho propus-me resolver o problema, de uma vez por todas. E resolvi que tenho de fazê-lo até ao final de 2018. Para me manter nos eixos vou partilhando por aqui os avanços e os recuos.
O objectivo é daqui a ano e meio (o processo, na realidade, já começou em junho) ter um roupeiro que seja a minha cara. Que me faça sentir bem, confortável, bonita. Que seja versátil. Que seja em quantidade e qualidade. Para terem uma ideia o meu sonho é um dia poder fazer um projecto tipo um ano sem compras ou viver com um armário cápsula porque tenho roupa a mais J J J Loucura!!! Eu sei!! Já que cada vez mais o consumo consciente é uma presença activa na vida financeira. Mas a ideia também não é sair na louca e desatar a comprar desenfreadamente. A ideia é ir comprando de forma consciente, sempre com qualidade até atingir um número razoável de peças que suprimam as minhas necessidades (daí dar um prazo de ano e meio para resolver o problema!).
Vamos ver como corre… J

sábado, 5 de agosto de 2017

In the mood for... Fashion # 7




Sabrinas azuis escuras Foreva
Jeans azuis escuros Salsa
Spaghetti top bordeaux Zara
Top Cortefiel
Mala camel Quebramar

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

A grande novidade!!!


Como contei no outro dia, a minha vida entrou numa nossa fase, no passado dia 1 de Agosto. O que aconteceu foi o concretizar de um objectivo que há muito ambicionava: mudar de trabalho.

Mudar para um sítio mais perto de casa, que me permitisse não só poupar o valor dos transportes (que andava pelos 100€) como, sobretudo, ter mais qualidade de vida e tempo para mim e para os meus (e até melhorar a minha saúde). Além disso, fiquei mais perto de um dos meus objectivos de vida. J

E 2017 foi o ano em que finalmente o consegui!! :-)

Dia 1 foi o dia que a nova aventura labora começou. Esta primeira semana foi, sobretudo, para me ambientar aos colegas e ao trabalho. Para conhecer as minhas funções e a equipa de que farei parte. E o balanço não podia ser mais positivo. Fui muito bem recebida e o desafio que me foi proposto bastante grande. Mas eu também adoro desafios, por isso… estou feliz!!!
 
Agora se me dão licença vou ali gozar o meu fim-de-semana, que agora é ao sábado e domingo.
 
Bom fim-de-semana!!

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Happy day!!!


Hoje, exactamente a esta hora, começa uma nova etapa na minha vida.

Uma etapa que tenho a certeza será plena de sucessos e alegrias.

Uma etapa que me trará mais qualidade de vida, mais tempo para mim e para os meus.

Uma etapa que me coloca um passo mais perto do meu objectivo de vida.

Hoje é um dia (muito!) feliz!!

 

P.S: assim que der venho contar todos os detalhes. J

domingo, 30 de julho de 2017

Amor à primeira vista / Catherine Andersen


Sinopse:
Poucos autores escrevem histórias tão comoventes e de inesgotável ternura como Catherine Anderson. As suas personagens partilham com o leitor a esperança de encontrar o amor perfeito de uma vida inteira.
Todas as leitoras que acompanharam Rafe Kendrik e Maggie Stanley em Uma Luz na Escuridão podem agora revê-los numa nova e apaixonante aventura protagonizada por Ryan, irmão de Rafe a quem este terá de ajudar a ultrapassar um momento difícil. Um acidente sofrido há anos num rodeo deixou Bethany Coulter presa a uma cadeira de rodas. Desde então conheceu tanto as traições como os desgostos de amor, e por isso jurou nunca mais entregar o seu coração a um homem. Mas qualquer coisa em Ryan Kendrick a fez de súbito acreditar que talvez todos esses obstáculos pudessem ser ultrapassados. Ambos partilham a paixão pelos cavalos e têm um imenso sentido de humor. Mas a vida não é absolutamente perfeita. "
 
Este foi o primeiro livro que li desta autora e adorei! Tanto que não o li, devorei-o. Enquanto não o acabei, não descansei.
A história prendeu-me desde o primeiro momento.
 
Dou 4 estrelas!!

quinta-feira, 27 de julho de 2017

In the mood for... Fashion # 6

Este foi o look que eu escolhi para visitar a minha adorada Feira do Livro.





Sabrinas pretas Foreva
Jeans pretos Salsa
Spaghetti top branco Zara
Top Cortefiel
Mala preta Primark (roubada à mãe)

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Julho negro!!


Se Junho já não tinha sido fácil (apesar de até ter acabado com saldo positivo!), julho foi caótico!!!

Uma shopping list mal elaborada no início do mês, juntamente com muitas despesas deu em saldo negativíssimo! Tanto que andei demasiado tempo sem um tostão no bolso, literalmente!!!

Venha Agosto, please!!!

domingo, 23 de julho de 2017

Como começar a poupar?




Muitas vezes ouvimos dizer:

 -Eu não consigo poupar nada! Ganho tão pouco, que é impossível!

Pois, eu digo que é SEMPRE possível poupar. Preciso é querer.

Aliás, é fundamental poupar (por muito pouco que seja), pois não sabemos o dia de amanhã. E estarmos a contar com o dinheiro dos cartões de crédito não é (de todo!) uma boa ideia. Não é dinheiro nosso e custa demasiado caro, pelo que a poupança deve ser um acto permanente e constante.

Eu ganho pouco e sempre poupei. É certo que tenho a vida uma pouco “facilitada” pois não tenho casa para sustentar, mas podia mesmo assim podia sempre não poupar. Afinal ganho pouco…

Mas não! Eu opto por poupar sempre. Opto por encarar a poupança como se de uma prestação de um crédito se tratasse. Porque não sei o dia de amanhã. Porque tenho sonhos e objectivos que pretendo concretizar (e preciso de dinheiro para eles), então escolho fazer uma gestão regrada dos meus rendimentos e poupar.

Então lembrei-me de partilhar aqui algumas sugestões de poupança para pessoas que, como eu, ganham pouco, mas querem começar a poupar e não sabem como…

O ideal é definir uma percentagem do nosso salário (os especialistas falam em 5-10%) e fazer uma transferência mensal automática para a poupança desse valor. Assim nem contamos com ele para as despesas, pois ele “desaparece” logo da conta à ordem.

No entanto, quando se ganha pouco e se tem família para sustentar pode ser complicado despender de uma percentagem mensal, já que há uma família para alimentar. Mas mesmo assim há formas de poupar, de alimentar uma conta poupança… Utilizem o valor do reembolso do IRS, os subsídios… Ao fim do ano já é qualquer coisa…

Mas se mesmo assim não der, porque há seguros, IMI, etc. há um truque muito simples e eficaz: o mealheiro!

Comprem um mealheiro, daqueles que não abrem nos chineses, e comprometam-se a colocar lá diariamente/semanalmente uma moeda (seja de que valor for), ao fim do ano terão um valor jeitoso que poderão utilizar para começar uma poupança (poder ser por exemplo o valor de um café que aquele dia não beberam, um bolo que não compraram, o troco da conta da luz que pagaram, o troco do supermercado, o valor do maço de tabaco que não comprou). O importante é irem colocando moedas e encherem o mealheiro, verão que assim poupam sem dar conta.

Depois é diariamente ir procurando os melhores negócios possíveis. Em tudo, até numa simples ida ao supermercado, usando talões, descontos e promoções a nosso favor.

É importante não esquecer que poupar pede compromisso, disciplina e foco. E acreditem que mesmo ganhando o salário mínimo e com família é sempre possível poupar. É difícil, mas possível.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

In the mood for... Fashion # 5

Hoje iniciamos o registo dos looks de verão.
E iniciamos muito bem, com um dos meus tops preferidos. É da Lanidor e já tem uns aninhos, mas mantém-se como novo. Foi também neste dia que regressei às minhas adoradas sabrinas. Sim, eu ADORO sabrinas. São super confortáveis e elegantes.




Sabrinas pretas Foreva
Jeans pretos Salsa
Spaghetti top azul escuro Zara
Top Lanidor
Mala camel Quebramar

terça-feira, 18 de julho de 2017

Poupada ou forreta?


Lá em casa sou conhecida como forreta. Ou seja, aquela pessoa que deixa de fazer as coisas só para não gastar dinheiro. No entanto, eu acho que sou é poupada. Eu não tenho problema nenhum em gastar dinheiro. Eu não deixo de sair, ir comer fora, passear, divertir-me só porque isso implica gastar dinheiro.

O que eu faço é opções: se posso ir ao cinema por 5€, por exemplo, não vou gastar 10€. Se posso comprar um pacote de gomas ou pipocas por 1€, não vou comprar o menu de quase 5€. Se posso ir a um restaurante por 15€ (com um voucher, por exemplo), não vou pagar 30€.

No que toca a gastar dinheiro, eu gosto de usar o que chamo de inteligência financeira. Ou seja, apostar na boa relação preço/qualidade. Ter mais, pelo menor preço, até porque isso muitas vezes permite fazer mais coisas. Passear mais, ir mais vezes comer fora, ir mais ao cinema, comprar mais roupa…

Por outro lado, eu não sei regatear.

Sou capaz de andar meses a pesquisar algo, sobretudo quando é (muito!) caro e depois aproveitar uma promoção para o comprar, mas regatear não é comigo (sei que perco muitas oportunidades de negócio mas a minha timidez ainda não me “deixou” regatear).

Foi o que aconteceu, por exemplo, com a máquina fotográfica. Andei mais de um ano em pesquisas: qual o modelo que mais se adequava às minhas necessidades? Qual a marca mais indicada? Que funcionalidades deveria ter? Que acessórios deveria comprar?

Estudei muito sobre fotografia e máquinas fotográficas. Até que encontrei o que precisava. Depois foram meses e meses atrás da melhor promoção. Acabei por comprá-la na Worten e para além de um preço mais amigável já trazia um conjunto de acessórios que eu precisava comprar, como a lente, a tampa da lente, a correia, a bolsa de transporte, etc. Com a diferença de valores consegui ainda comprar o resto dos acessórios que precisava: filtro, tripé, etc. Resultado: com o preço original da máquina, comprei a máquina (já com lente) e todos os acessórios que precisava, poupando assim o valor que daria pelos acessórios.

Por outro lado, se preciso mesmo de alguma coisa e sei que se pagando mais caro, vou ter mais qualidade (logo, o produto vai durar mais tempo), não tenho qualquer tipo de problema em pagar o valor.

Vejamos o caso dos jeans: eu só compro jeans Salsa e porquê? Apesar de serem consideravelmente mais caros que Zaras, Bershkas e afins são de uma qualidade superior. Duram muito mais tempo. Anos e anos. Além que são os que melhor me assentam no corpo. Já experimentei outras marcas igualmente caras, tipo Levis, mas não gostei. Encolheram, ficaram ruças num instante (eram pretas) ao contrário do que aconteceu com uns jeans igualmente pretos, mas da Salsa e bem mais antigos, mas até hoje nada ruços. Não acho que valham o valor que lhe dão.

Outro exemplo: os camiseiros. Há anos que eu só compro camiseiros Sacoor. São caros é certo, mas com as promoções de 60% compramos um camiseiro de uma qualidade superior, pelo preço inferior ao de um camiseiro da Zara em época normal (este é o grande truque para comprar nesta loja!). Porque são camiseiros clássicos que nunca saem de moda. Porque dão para o verão e para o inverno (logo podemos comprar nos saldos de verão para usar no inverno). Porque são muito fáceis de passar a ferro. Porque têm outlets que valem mesmo a pena.

Agora pergunto isto faz de mim: poupada ou forreta?

sexta-feira, 14 de julho de 2017

The Fifties

Finalmente, em Junho fomos conhecer o tão afamado The Fifties, um típico american diner.
Achei a decoração fantástica e, apesar de nunca ter visitado os EUA, senti-me como uma americana que vai jantar a um diner.
 
 

Além da decoração também os funcionários andam vestidos a rigor e completamente à época. Muito giro!! Eles de funcionários de gasolineiras, elas de empregadas de mesa.
Estes são os guardanapos disponibilizados...


Agora um aviso: à semelhança do Ribs and Company, este restaurante serve doses americanas. E isso na prática significa o quê?

Doses significativas de açúcar...

 
 
E hamburger XL...
 





Por isso, vão com fome!! :-)
No entanto, devo dizer que não ficámos particularmente fãs da sobremesa: a nova Lemon merengue pie.
Achei que tem uma textura e sabor estranhos. Não gostei!!


Agora giro, giro foi a aventura para chegar ao restaurante.
Quem nos conhece sabe que uma ida a um novo restaurante sabe que é sempre acompanhada de uma aventura. Desta vez não foi excepção!
Lá por casa a desorientada nos caminhos sou eu. A minha irmã é inclusive conhecida pelo GPS da família.
Pois que naquele dia a minha rica irmã resolveu ser a desorientada teimosa e eu, finalmente, orientei-me na vida. :-) :-)
Naquele dia eu acertei com o caminho e não fosse a teimosia da minha irmã tínhamos acertado na porta à primeira.
Resultado: foi um calcorrear de calçada que nem vos passa. Quando finalmente chegamos ao local além de esfomeadas íamos estoiradas. :-) :-)
E vocês? Já experimentaram?

quarta-feira, 12 de julho de 2017

In the mood for... Fashion # 4




Sapatos vela Rockport castanho
Jeans pretos Salsa
Spaghetti top branco Zara
Túnica branca Springfield
Mala camel Quebramar

sábado, 8 de julho de 2017

Poupar é díficil!!!




Esta é uma frase que oiço e digo muitas vezes. Porque esta é a realidade: POUPAR É DÍFICIL!!!
E é tão difícil porquê?
Em primeiro lugar, porque implica trabalho. Implica estar constantemente a fazer contas, a fazer opções, a controlar o dinheiro. A estar de antenas ligadas e a lutar contra as tentações. Logo, vamos ser sinceras nem toda a gente está para isso!!
Em segundo implica sacrifícios. Implica fazer cortes, implica, muitas vezes, abdicar daquilo que mais gostamos de fazer e diz-me a experiência que normalmente é no lazer que temos de cortar. É nas idas ao shopping, nas viagens, nas idas aos restaurantes, ou seja, naquilo que nos lava a alma.
Em terceiro é desgastante e cansativo. Estar sempre alerta e, muitas vezes, em constante luta interna para não cair em tentação, é muito cansativo. É muito desgastante e muitas vezes desmotivador.
Poupar é difícil!! Mas não é impossível... Com força de vontade, foco e disciplina, conseguimos.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Silver Bay - A baía do desejo / Jojo Moyes


Sinopse:
Mike Dormer chega a Silver Bay, uma pacata vila costeira da Austrália, com um único e secreto intuito que abalará por completo a vida dos seus habitantes. Mas Silver Bay reserva-lhe um destino diferente.
Liza McCullen e a sua filha Hannah, de dez anos, residem no familiar Hotel Silver Bay - tão excêntrico como a sua proprietária Kathleen - onde Mike se hospeda. As suas personalidades enigmáticas exercerão um fascínio inexplicável sobre o pragmático executivo londrino, que se deixará envolver irremediavelmente pelos membros da pequena comunidade de Silver Bay e pela magia que descobre no seu modo de vida. Em pouco tempo, Mike sentir-se-á dividido entre a culpa e o desejo, a responsabilidade… e a paixão inesperada. Paralelamente, a vida de Liza sofrerá uma reviravolta inevitável.

Prisioneiros de uma perigosa teia de segredos e mentiras, estarão eles preparados para enfrentar os acontecimentos que se avizinham?

Este é o primeiro livro desta autora que estou a ler.
Ainda não o terminei, mas estou a gostar.

Dou 3 estrelas!!!

terça-feira, 4 de julho de 2017

In the mood for... Fashion # 3

Talvez por ser demasiado básica no vestir, dou por mim a dar muita importância ao detalhe. Aos pequenos pormenores que, mesmo sendo quase invisíveis, fazem toda a diferença.
É o caso desta túnica da Lanidor, que sem dúvida é uma das minhas peças preferidas.
É em tons pérola e tem detalhes muito simples, mas que a meu ver fazem toda a diferença: os lacinhos nas mangas e um detalhe em missangas no detalhe que reflecte o sol, criando um efeito de brilho muito giro nessa zona.




 
Aqui o pormenor dos lacinhos nas mangas...

 
Não sei se conseguem perceber as missangas que contornam o decote e ao sol brilham... :-)


Sapatos vela Rockport castanhos
Jeans pretos Salsa
Spaghetti top branco Zara
Túnica pérola Lanidor
Mala camel Quebramar

sábado, 1 de julho de 2017

Sobre o mês de Junho...


 
Com a chegada de Junho chegamos ao meio do ano. E esta é a altura ideal para não só rever o semestre que passou como para programar o que agora se inicia.
Este ano, para mim, tem sido agridoce: se, por uma lado, consegui atingir um objectivo que queria muito (e que trará uma melhoria significativa à minha vida), por cá em casa recebemos uma notícia que ninguém quer receber.
Pelo que o primeiro semestre de 2017 tem sido marcado por um limbo muito fino entre a felicidade pela minha conquista e a luta constante para acreditar que no fim tudo correrá bem.
Assim, para mim, Junho foi um mês de introspecção e avaliação. Aproveitei a semana de férias para isso mesmo: avaliar o 1.º semestre e preparar o que novo (e bom!) por aí vem.
Financeiramente, como previsto, foi um mês complicado, logo com deslizes bem no início do mês. Mas, apesar da compra inesperada, as férias foram bastante regradas em gastos, o que acabou por equilibrar as contas, permitindo, inclusive, a compra de um livro na Feira do Livro. :-)
Acabou, portanto, por ser um mês bom.
Para além disso, agarrei-me à minha agenda e fiz uma revisão completa dela, da minha organização e dos meus objectivos anuais. Houve uns que se mantiveram (defini novas tarefas para os alcançar), eliminei uns quantos (que entretanto deixaram de fazer sentido) e redefini outros.
Mas não me fiquei por aqui... nos últimos anos tenho passado por processo de amadurecimento e autoconhecimento muito grande. Têm sido anos de muito estudo, de muitas leituras, de muitas experiências. E, recentemente, apercebi-me que este longo processo começou a dar o seus frutos.
É curioso como a vida nos "ouve". Como volta e meia nos dá presentes que devemos agradecer, agarrar com todas as todas as nossas forças e aproveitar ao máximo.
A mudança pode ser um processo aterrador, difícil e muito duro, porque implica sair da nossa zona de conforto, mas também pode significar uma melhoria substancial da nossa qualidade de vida. Sobretudo, se a mudança for de crescimento interior. Mas se à coisa que aprendi nos últimos anos é que a base de qualquer mudança externa começa numa mudança profunda do nosso interior.
O nosso mindset faz toda a diferença na nossa vida. Vai fazer a diferença em muita coisa na nossa vida.
Começa agora o segundo semestre de 2017, que acredito que me trará muitas coisas boas à minha vida. E o vosso primeiro semestre como correu?


quarta-feira, 28 de junho de 2017

In the mood for... Fashion # 2




Sapatos vela Rockport castanho
Calças pretas Salsa
Spaghetti top branco Zara
Túnica roxa Lanidor
Mala camel Quebramar

sábado, 24 de junho de 2017

In the mood for... Fashion

Acho que já o aqui disse que não sou uma grande entendida na moda. Gosto, mas é uma área que domino muito mal. No entanto, enquanto curiosa que sou, não me importo nada de aprender coisas novas e de estudar sobre os mais diferentes temas.
Ultimamente, a moda e a imagem tem sido um deles. E houve algo que eu já percebi: fazer um arquivo fotográfico dos nossos looks ajuda muito a conhecer a nossa imagem.
Então à semelhança do que tenho visto noutros blogues lembrei de criar por aqui o meu álbum de looks, para ir vendo a evolução do meu estilo.

Considerações (muito!) importantes a ter em conta:
  1. as fotografias são tiradas, maioritariamente, em casa e com telemóvel;
  2. apercebi-me que cá por casa não há um espelho de corpo inteiro decente que apanhe luz natural. Erro crasso para as fotos e mesmo uma avaliação mais segura dos outfits;
  3. não sou, nem pretendo ser modelo (e a fotogenia roça o inexistente). Sou uma rapariga simples, de gostos simples.
Hoje deixo-vos com o primeiro look.
Foi tirado ainda era primavera, antes das semanas de calor extremo que tivemos, quando, sobretudo, de manhã uma malhita era necessária.






Sapatos vela Rockport castanho
Calças Salsa pretas
Spaghetti top salmão Zara
Túnica salmão Primark
Cardigan branco Lanidor
Mala camel Quebramar