segunda-feira, 16 de outubro de 2017

:-(

Sem palavras para o dia de hoje!


Triste, muito triste é como me sinto!
Como é possível haver tanta maldade no ser humano?

domingo, 15 de outubro de 2017

In the mood for fashion... # 11

Hoje de manhã foi assim...





Hoje a manhã foi passada a percorrer a Ponte Vasco da Gama e a participar, mais uma vez, na mini maratona de Lisboa. Correu tudo bem, o tempo esteve fantástico (talvez um pouco de calor a mais!), o ambiente por lá muito animado.
No entanto, este ano, e pela primeira vez, tenho críticas a fazer à organização:
  1. ontem, para levantar os dorsais, foi horrível. Local minúsculo, muitas gente, mais de uma hora de espera na fila (debaixo de um calor horroroso!), às 15h já não havia todos os tamanhos de t-shirt.
  2. apesar de também pagarmos, o pessoal da mini é tratado de forma diferente: a t-shirt não é técnica, não tivemos direito a fruta e barritas no final, o gelado era um Calipo (que apenas faz mais sede!), este ano terminámos num sítio diferente da meia e da maratona (e segundo soube estes no final tiveram à espera muitas surpresas boas!!), a partida foi atrasada.
  3. não existe um cariz solidário- por exemplo, na corrida do Montepio (que acontecerá nos próximos dias!!) pagamos apenas 5€ pela inscrição e temos direito a uma t-shirt técnica, as ofertas incluem fruta e barrinhas e o valor pago vai integralmente para ajudar uma organização de solidariedade social.
No entanto, também houve coisas positivas e o truque de colocarem como último horário para os autocarros às 9h funcionou na perfeição. Pois ainda antes das 10h já estavam todos os participantes no local de partida (já houve anos em que já a partida tinha acontecido e ainda andavam a transportar participantes!).
Seja como for, era interessante a organização rever uns quantos pontos e deixar de ver apenas o possível lucro à frente. Falamos de uma corrida onde participam pessoas de todo o mundo e falam de nós e, sem dúvida, que não estamos a dar a melhor imagem na organização deste tipo de eventos.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Aurora boreal / Asa Larsson


Sinopse:
O corpo de Viktor Strandgård, o pregador mais famoso da Suécia, jaz mutilado numa remota igreja de Kiruna, uma cidade do Norte submersa na eterna noite polar. A irmã da vítima encontrou o cadáver, e a sombra da suspeita paira sobre ela. Desesperada, pede ajuda à sua amiga de adolescência, a advogada Rebecka Martinsson, que vive em Estocolmo e regressa à sua cidade natal disposta a descobrir quem é o culpado. No decurso da investigação conta apenas com a cumplicidade de Anna-Maria Mella, uma inteligente e peculiar polícia grávida. Em Kiruna, muita gente tem algo a ocultar e a neve não tardará a tingir-se de sangue.
A protagonista, Rebecka Martinsson, uma advogada que trabalha com a inspectora mais competente da brigada de Kiruna, Anna-Maria Mella. Um dos poucos casos na literatura policial onde as principais protagonistas são mulheres.
A atmosfera de Kiruna envolve-nos por completo. Kiruna é uma povoação rural extremamente fria, onde durante seis meses ao ano fica envolvida pela obscuridade e o efeito que este frio e esta obscuridade tem nas personagens são descritos de forma fascinante.
A grande dose de suspense que nos oferece o argumento do livro, aumentado pelo solitário e frio da paisagem.
Uma escrita muito especial, enigmática e sugestiva.
 
Este é o primeiro livro desta autora que estou a ler e estou a gostar bastante!
 
Dou 3 estrelas!!!

domingo, 8 de outubro de 2017

A parisiense / Ines de la Fressange


O segundo passo que dei foi, essencialmente, estudar, estudar, estudar…
Ler artigos na net, ler blogs, ver filmes de youtube… enfim, recolher o máximo de informação possível que me pudesse ajudar nesta cruzada.
Claro, que tive a companhia inestimável dos meus adorados livros. Eles, como sempre, foram uma fonte inestimável e inesgotável de informação.
O primeiro livro que li foi…
Sinopse:
A Bíblia para viver segundo o chique parisiense. A célebre modelo Inès de la Fressange partilha com a leitora o segredo tão bem guardado das parisienses: um glamour descontraído. O ícone do chique francês dá-nos as suas dicas para viver com estilo e encanto. Fala especificamente dos códigos de moda para se vestir como uma parisiense, incluindo como usar básicos acessíveis com toques de alta costura, acessórios e maquilhagem. Não se esquece de oferecer dicas para todas as ocasiões.

O seu guia de "coisas a fazer" e "coisas proibidas" é acompanhado por fotografias e ilustrações da própria autora. Todo o design do livro é juvenil, original, atual e sofisticado. Inès ensina ainda a levar o chique parisiense para o interior de casa, na decoração das divisões, no acolhimento de amigos, e até para o escritório.

sábado, 23 de setembro de 2017

Welcome autumn!!!

É oficial!!! O verão terminou!!
Terminou a silly season, a época da praia, das férias grandes (que não tive este ano!!! ;-) ), da bola de berlim, dos dias quentes e, muitas vezes, sufocantes mesmo, dos dias longos e quase intermináveis...
Em contrapartida chegou o outono. A época das folhas, dos castanhos e tons terra, dos recomeços e regressos...
Por aqui a chegada do outono e do último trimestre significa igualmente começar a encerrar este ano e a preparar o próximo.
Confesso que este ano iniciei este processo mais cedo do que é normal, mas depois de um ano tão heterogéneo senti a necessidade de parar e respirar. Senti que devia rever muita coisa, desde a organização pessoal, financeira aos objetivos, ao futuro próximo e longínquo.
Confesso que a mudança de trabalho e o facto de estar atolada em trabalho, o não ter tido férias, as novas funções, a aprendizagem... ainda não tive grande tempo para parar. Para assimilar tudo o que me tem acontecido, de bom e de mau.
Assim decidi que os últimos três meses do ano serão sem agenda. Serão de reflexão. De reorganização.
Apenas acompanhada de um simples caderno preto. Porque sou uma pessoa de papel, que precisa de escrever para limpar a mente, para se organizar.
Por isso... sê bem-vindo outono!!!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Nova Peixaria


Em jeito de comemoração pelo novo trabalho, no fim de Julho fui com a minha irmã experimentar o fishbar Nova Peixaria, em Odivelas.
E foi uma DESILUSÃO completa!!! Não gostámos mesmo nada!!
Começou logo na entrada, quando apesar de serem 20h de uma sexta-feira, damos com um restaurante completamente vazio, numa zona onde à volta os outros restaurantes estavam à pinha.
Logo aí devíamos ter percebido os sinais e dar meia-volta e escolher outro restaurante. Mas não! Teimosas como tudo e depois de termos visto inúmeras criticas positivas ao conceito lá fomos.
Então foi assim:
  • espetaram com as entradas à nossa frente sem perguntar se estávamos interessadas (odeio quando fazem isso!!). No nosso caso deu-se o caso de não gostarmos de nenhuma e tiveram de recolhê-las.
  • come-se pelos olhos - as fotos dos cardápios são lindas mas não correspondem à realidade;
  • as doses são mini-doses - ficamos com fome!!
  • a comida não foi feita na hora, veio requentada. E ainda mal confecionada com o salmão e o frango a estarem ali no limite do mal passado. Nem sequer tinha marcas de grelhador.
  • os legumes vêm em nacos gigantes, desiguais e mal cozinhados
  • a comida não tem qualquer sabor;
  • funcionários pouco simpáticos.
A nível positivo destacamos apenas:
  • a limonada;
  • a decoração do espaço;
  • e o cheesecake de frutos vermelhos.
Este é certamente um sítio que tão cedo não terá novamente uma visita nossa. Para terem uma ideia quando saímos vínhamos com tal fome que estivemos prestes a ir jantar (novamente) à pizzaria que fica em frente.
Não deixa, no entanto, de haver a reportagem fotográfica...








 





 

sábado, 16 de setembro de 2017

O quarto mágico / Sarah Addison Allen


Sinopse:
Josey Cirrini tem a certeza de apenas três coisas na vida: O Inverno é a sua estação preferida; está perdidamente apaixonada; e um doce sabe muito melhor quando degustado na privacidade do seu esconderijo secreto. Enfrentando uma vida triste, o seu único consolo é a sua pilha de doces e romances a que se entrega todas as noites… Até que descobre que no roupeiro se esconde nada mais nada menos que Della Lee Baker. Fugindo a uma vida de má sorte, Della Lee decide ajudar Josey a mudar de vida. E, em breve, a jovem renunciará às guloseimas e descobrirá que, mesmo sem elas, a vida pode ser doce.
Influenciada põe Della Lee, Josey trava amizade com Chloe Finley, uma jovem que é perseguida por livros que surgem inexplicavelmente nos mais variados lugares e com uma resposta para quase tudo.
À medida que Josey se atreve a sair da sua casca, descobre um mundo onde a cor vermelha tem um poder surpreendente e o amor pode surgir em qualquer altura. E isso é só o início…
Terna e com um toque de magia, esta é uma história encantadora sobre a amizade e o amor - e sobre as surpreendentes e mágicas possibilidades que cada novo dia nos reserva.

Mais um romance levezinho, ideal para as férias e para o verão.
Foi a primeira vez que li algo desta autora, mas gostei bastante. História simples, mas suficientemente envolvente para nos esquecermos da nossa realidade.
Recomendo!!

Dou 3 estrelas!!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Porquinho mealheiro



Desde criança que o porquinho mealheiro é presença assídua cá em casa. Era o habitat das prendas que ia recebendo.
Desde que comecei a trabalhar (e já lá vão mais de 9 anos) o porquinho ganhou mais uma tarefa: guardar as moedas que me sobram durante o mês. Assim, no início do ano é visita obrigatória ao chineses comprar um mealheiro daqueles que apenas abre com abre-latas e depois é enchê-lo durante o ano.
Desde sempre que o seu conteúdo serviu para comprar coisas que queria, mas que os meus pais não podiam comprar. Foi assim que comprei a minha primeira bicicleta, por exemplo. Andei anos e anos a juntar prendas de natal e aniversário num mealheiro e quando juntei o valor fui buscá-la. Já antes tinha sido assim também com a compra de um Nenuco. E muito mais…
Quando comecei a trabalhar decidi que o mealheiro continuaria a existir e teria um fim muito específico: comprar a minha wishlist. Como qualquer mulher que se preze eu também tenho uma pequena lista de itens que adorava ter, mas que, além de não serem itens essenciais à minha sobrevivência, normalmente são um pouco caros. É o que dá ter vocação de rica e carteira de pobre! Mas como a vida é para ser vivida e um miminho de vez em quando não faz mal a ninguém pensei E porque não arranjar uma forma de comprar a minha wishlist sem arruinar as minhas finanças?
A solução que eu encontrei foi usar o mealheiro para isso mesmo.
E como é que eu faço?
Em primeiro lugar o mealheiro é sempre anual. Todos os anos há um mealheiro novo para encher. Coloco lá só moedas de 1€ e 2€, porque são as moedas que tenho menor dificuldade me trocar. As moedas de 0.05€ ninguém as quer.
Regra geral, é ao fim de semana que esvazio a carteira e abasteço o mealheiro com as sobras da semana. Mas acontece muitas vezes que não haver moedas para lá pôr. Tudo bem. Quando houver coloca-se.
Posso levar anos a juntar o valor necessário para comprar um item. Foi o que aconteceu por exemplo com o telemóvel e a máquina fotográfica. Foram precisos vários mealheiros anuais para juntar o valor que precisava. Ok! No problem! O que fiz foi todos os anos o valor que arranjava colocava na poupança e sempre ia ganhando juros. Quando precisei de trocar de telemóvel e já tinha o valor foi só levantar o dinheiro da poupança e ir comprá-lo.
Sempre que consigo abater o item da lista, no ano seguinte, logo no início do ano defino o que quero comprar com o próximo mealheiro. Assim, o incentivo para encher o porquinho mealheiro é maior. Às vezes até o decoro com uma foto do destino do dinheiro, para me recordar.
Este ano comecei um novo mealheiro para um novo item (bastante caro, por sinal) e que provavelmente me vai levar uns anitos a conseguir o valor, mas estamos na luta e o mealheiro já está pesadito.
Já não é a primeira vez que aqui falo do truque do mealheiro para a poupança e posso-vos garantir, por experiência própria que seja para comprar a wishlist, seja para começar uma poupança, seja para poupar para as férias, o porquinho mealheiro enquanto estratégia de poupança FUNCIONA!!! E é talvez das formas mais eficazes de poupar!!
Experimentem um ano e depois contem-me tudo!!! J

domingo, 10 de setembro de 2017

Dinheiro ou multibanco?





Todos os meses é a mesma tourada, chega o dia de receber e fazer contas e lá vem a dúvida: e agora para o dinheiro do mês, uso dinheiro vivo ou multibanco?

Basta uma pequena pesquisa na net e os gurus das finanças pessoais são peremptórios em dizer que devemos pagar sempre em dinheiro. Pois, assim temos uma consciência mais real do dinheiro que gastamos e inconscientemente estamos a poupar.

No entanto, no meu caso ainda não me consegui decidir se poupo mais pagando em dinheiro ou com multibanco.

Concordo que os pagamentos com multibanco obrigam a um controlo maior, mas se tivermos o valor máximo para se gastar bem definido e esse controlo for feito em papel (basta um simples post-it) e registando tanto os pagamentos como os levantamentos é relativamente simples manter o controlo. Para mim, o multibanco tem uma vantagem: o acesso. Eu sou muito preguiçosa para ir ao multibanco. Nunca me apetece lá ir e deixo de comprar muitas coisas por causa disso, acabando por poupar.

Já o caso do dinheiro também temos de ter claramente definido o valor máximo a gastar de cada vez que se vai às compras, porque a tentação do gastar também é grande. Afinal ele está na nossa carteira, em sítio de fácil acesso.

Confesso que nos últimos dois/três anos tenho optado, sobretudo, pelo levantamento logo no início do mês do valor e ir pagando com dinheiro. No entanto, não acho que tenha poupado mais com isso. Aliás tenho-me apercebido que em certas alturas, ter dinheiro na carteira é um perigo para mim. Contudo, como trabalhava longe de casa convinha ter sempre comigo algum dinheiro, então acabava por optar sempre pelo dinheiro.

No entanto, este novo trabalho trouxe-me uma grande vantagem: fica a 5 min. de casa. Logo a despesa do passe foi abolida e apesar de lá estar apenas à um mês não tenho sentido grande vantagem em ter sempre dinheiro na carteira.

Os gastos diários estão reduzidíssimos à goludice de um bolo à tarde (que acontece muito raramente) e ao totoloto que coloco uma vez por semana e que pode ser feito ao fim de semana. Assim, acho que no próximo mês vou experimentar a técnica do multibanco para ver como corre.

E vocês como fazem? Usam dinheiro ou multibanco? E no caso de usarem multibanco como controlam as saídas?

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

O primeiro passo...


Como referi já aqui, o meu processo de actualização de imagem começou ainda corria o mês de Junho.
E o primeiro passo (após alguma pesquisa) que dei foi criar um arquivo de fotos de looks, que entretanto fui partilhando por aqui. O objectivo era, sobretudo, analisar o meu estilo.
Eis algumas das conclusões retiradas…
·         Bem espremido, o meu roupeiro dá para cerca de 5-6 looks na totalidade, isto porque definitivamente eu sou um ás nas compras e reparei que tenho 5 partes de cima e duas partes de baixo (para o verão). Tal deve-se ao facto de ter comprado peças repetidas, nomeadamente calças que, apesar de até serem alguns pares, são todas pretas ou azuis escuras. Ora isso dá cá uma versatilidade tremenda… (#soquenão)
·         Posto isto, basicamente os meus looks repetiam-se todas as semanas, apenas mudava a parte de baixo (ou seja, se esta semana levava o top amarelo da Lanidor com jeans pretos, para a semana leva com jeans azuis escuros), mas a verdade é que parecia que andava sempre igual.
·         Como se pode verificar facilmente, sou detentora de uma vastíssima colecção de malas (#soquenão)
·         Percebi também que não sei comprar em lojas baratas, estilo Primark. Em compensação sou a rainha das boas compras em lojas mais caras, estilo Lanidor, Sacoor, etc.
·         As minhas melhores compras são sempre feitas em início de estação e fora dos outlets, o que muito me entristece já que isso significa que não sei aproveitar ao máximo os saldos e essa importante instituição que são os outlets.

sábado, 2 de setembro de 2017

Uma villa em Itália / Elizabeth Edmondson


Sinopse:
Quatro pessoas aparentemente sem nada em comum vêem o seu nome mencionado no testamento de uma mulher que não conhecem. Quem foi Beatrice Malaspina e porque exige que compareçam na sua villa em Itália? Enquanto esperam pelas respostas, a magia do lugar começa a exercer os seus efeitos sobre eles: os frescos desbotados, os jardins exuberantes e a magnífica torre medieval não se assemelham a nada que já tenham visto. Aos poucos, quatro pessoas que sempre fizeram os possíveis por esconder os seus problemas descobrem que a mudança - e até mesmo a esperança - é possível. Mas a misteriosa Beatrice tem um segredo que os afectará a todos…

Eu sei que a silly season está a terminar, que para muitos as férias já lá vão (as minhas serão em breve também!), a escola está prestes a recomeçar e um novo ano de trabalho também, mas podemos sempre prolongar um pouco mais o espírito de verão com a leitura. E esta história passada em Itália é perfeita para isso.

Dou 3 estrelas!!!

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

In the mood for... Fashion # 10






Sabrinas azul escura Foreva
Jeans azuis escuros Salsa
Spaghetti top azul escuro Zara
Top Cortefiel
Mala camel Quebramar

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

In the mood for... Fashion # 9

Mais uma peça onde os detalhes fazem toda a diferença: um simples top azul escuro com mangas em guipir azul escuro e temos um top super simples e super elegante. :-)





Sabrinas azuis escuras Foreva
Jeans azuis escuros Salsa
Top azul escuro Zara
Mala camel Quebramar

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Ferney / James Long


Sinopse:
Mike Martin, um professor de História, em Londres, e mulher, Gabriela (Gally), estão à procura de uma casa de campo com o objectivo de mudar o rumo das respectivas vidas, e que Mike fervosamente espera que ajude a superar a tristeza de Gally em consequência do aborto que sofreu e dos frequentes terrores nocturnos que a vitimam. Numa viagem de reconhecimento, a intuitiva e, por vezes impulsiva Gally é inexplicavelmente atraída por uma casa de pedra na mais completa ruína em Penselwood e Mike concorda em comprá-la, apesar das reservas que lhe são suscitadas. Mike e Gally mudam-se para uma caravana e começam a reconstruir a casa. Penselwood é uma aldeia famosa na história, e as ideias de Mike sobre factos históricos são desafiadas firmemente quando ele e mulher conhecem Ferney Miller, um senhor de 83 anos, que insiste que o povo de Penselwood é guardião de memórias muito antigas. Quando Mike decide escrever um livro sobre as mudanças introduzidas pelas inovações na implementação agrícola, Ferney persuasivamente argumenta que a verdadeira inovação foi a domesticação do cavalo, mas não pode provar o facto a Mike. Como se constatará, Ferney e Gally têm outras razões para conseguir perceber a história de uma maneira diferente e, apesar das enormes diferenças de idade, a amizade ente Gally e Ferney aprofunda-se de tal maneira que põe o casamento em risco. Como Ferney e Gally estão ligados torna-se evidente ao longo do livro, mas o enigma dos pesadelos recorrentes de Gally e o mistério do desaparecimento de Athe Ferney mulher de Ferney há 57 anos, e outros mistérios não são revelados até ao fim deste surpreendente romance. Um dos grandes destaques do romance são as incursões do autor na História muitíssimo bem conseguidas, e da imaginação de viajar no tempo para situar as personagens em diferentes épocas da história, o mistério desdobrado e o tratamento inteligente de uma trama complexa de uma história de amor que atravessou os tempos.

Não gostei nada!! Tanto que nem o acabei!! Não gostei mesmo nada!!!

Dou 1 estrela!!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

In the mood for... Fashion # 8

Eu adoro detalhes. Pequenos pormenores que fazem toda a diferença. E isso aplica-se também na roupa.
Este top tem um detalhe lindo: um mega laço, que pode ser usado à frente ou atrás (eu gosto mais de usá-lo atrás já que à frente complica-me com o sistema nervoso.
Quando o vi na loja foi amor à primeira vista. Foi daquelas compras impulsivas que resultaram.






Sabrinas azul escuro Foreva
Jeans azuis escuros Salsa
Top Sacoor
Mala camel Quebramar

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Razões para se fazer um crédito


ATENÇÃO!!!
Antes de mais nada esta é a MINHA opinião HOJE! Vale o que vale e, claro, que  pode mudar! J
 
Há dias dei por mim a pensar: se fizesse um crédito porque motivo o faria?

Se olharmos à nossa volta facilmente encontramos pessoas que pagam contas recorrendo ao cartão de crédito. Aliás, isso tornou-se uma tal moda, que quem usa cartão de débito, dinheiro ou paga valores mais altos a pronto é olhado com estranheza (já me aconteceu!). E nos últimos anos o cartão de crédito passou, inclusivamente, a servir para pagar bens essenciais, como a alimentação. Eu acho isso muito preocupante.

Eu nunca tive um cartão de crédito. Nunca tive de lidar com uma fatura dessas, por isso é uma experiência da qual não posso falar. Também não sei os motivos que levam as pessoas a recorrer a eles. Apenas sei os motivos que me levam a não tê-los: o facto o dinheiro não ser meu, que me custa muito caro (juros) e o facto de não ter sido habituada a vê-los lá por casa, sempre me levou a fugir deles (como o diabo foge da cruz).

No entanto, uma vez que não nado em dinheiro, há muito que defini três situações válidas para recorrer a um crédito:

Uma doença
Ao contrário do que muitas vezes dizemos, em Portugal temos um bom sistema de saúde. Vejam os EUA que senão tiverem seguro de saúde não têm acesso a saúde. Aqui não ter dinheiro não invalida que não tenhamos acesso a ela. Aliás, há situações em que temos tudo a custo zero. E falo tanto de tratamentos, consultas, como medicação (falem com um doente oncológico seguido num IPO e verão do que falo. Perceberão que nem sempre os nossos impostos são em vão).

Mas podemos querer optar por ir para o privado e aí é preciso dinheiro. Recorrer a um cartão de crédito pode ser uma opção, caso as poupanças não chegassem e tivesse terminado o plafond do sub-sistema/seguro de saúde. Mas só em último caso, mesmo. Mesmo assim acho que preferia ficar sem poupança e pedir a um familiar antes de ir ter com um banco. ;-)

Um carro
Neste caso considero que é sempre possível juntar o dinheiro e comprá-lo a pronto. No entanto, acidentes acontecem e numa emergência e não havendo tempo suficiente para juntar o valor e se o carro fosse realmente um bem de primeira necessidade para a família recorreria a um crédito.

Contudo teria as minhas condições:

- a prestação teria de caber perfeitamente no meu orçamento e ser manejável (ou seja, poder antecipar o pagamento da totalidade do crédito);

- o crédito não deveria ser a totalidade do valor a pagar pelo carro, ou seja, tentaria dar, pelo menos, 50% do valor a pagar;

- compraria um carro 0Km e o carro dos meus sonhos. Isto porque se teria de recorrer a um crédito nunca o faria para algo que durasse menos que o crédito, ou seja, para mim é inconcebível fazer um crédito para umas férias, por exemplo. Andar anos a pagar umas férias de 8 dias não dá para mim. Sem dúvida que poupava o dinheiro e então iria de férias.

No caso do carro optaria por um 0km (mesmo com a desvalorização e afins) porque iria fazer de tudo para que o carro durasse três vezes mais que o crédito nas minhas mãos, ou seja, imaginando que fazia um crédito a cinco anos, eu só pensaria em trocar novamente de carro quando este já tivesse mais de 15 anos. Desta forma, amortizava duas vezes o crédito, justificando-o. Claro que se fosse uma pessoa que passasse a vida a trocar de carro pensaria antes no renting, e não na compra. Eu não faria, por exemplo, um crédito para comprar um carro usado, mesmo que fosse recente.
 
Uma casa

Esta hipótese acho que é a mais consensual de todas. É certo que há sempre a hipótese do aluguer, mas dado que vivemos num país onde a prestação ao banco é mais baixa que uma renda a um senhorio e como sempre achei que uma casa é património, logo é um investimento, lá há-de chegar o dia em que também eu vou pertencer ao clube dos endividados para a vida. J Como o euromilhões ainda não encontrou o caminho da minha conta bancária o crédito é a solução mais promissora.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Vegana Burgers

No dia da visita à Feira do Livro foi dia de conhecer um novo paladar: os Vegana burgers. Basicamente para que quem quer uma alternativa ao hambúrguer de carne este é o sitio ideal.

Vamos às fotos...

... o meu...





 
Hambúrguer de caril e grão com molho pesto e maçã verde em pão de alfarroba
 
... a escolha da mana...
 

 
Hambúrguer de batata doce e grão com molho de manga em pão de alfarroba
 
A opinião geral é que, sim senhora, são muito saborosos e que, ao contrário do que eu pensava, saciam. Mas também ficou provado que, para mim, ainda não substitui o hamburger de carne. ;-)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Uma imagem vale mais que mil palavras...

Desde que comecei a trabalhar que travo duas lutas internas: a minha organização financeira e a minha imagem.
Por vários motivos, eu sempre fui uma pessoa com pouca roupa. E quando digo pouca, falo mesmo num número reduzido de peças de roupa. E isso sempre gerou em mim um descontentamento com a minha imagem. Tanto que prometi a mim mesma que quando começasse a trabalhar resolveria esse problema.
 
E tentei. Estes últimos anos têm sido tentativas, atrás de tentativas para criar um guarda-roupa que me agrade, que se me faça sentir bem e confortável quando o visto, que seja versátil e que tenha um número suficiente. Confesso que nos últimos dois, três anos desmotivei um pouco e deixei de parte esse lado. Por cansaço, por motivos pessoais e familiares.
Mas, sou uma pessoa que gosta de aproveitar as oportunidades que a vida lhe dá. E agora tive uma daquelas enormes. J
Aproveitando a mudança de trabalho propus-me resolver o problema, de uma vez por todas. E resolvi que tenho de fazê-lo até ao final de 2018. Para me manter nos eixos vou partilhando por aqui os avanços e os recuos.
O objectivo é daqui a ano e meio (o processo, na realidade, já começou em junho) ter um roupeiro que seja a minha cara. Que me faça sentir bem, confortável, bonita. Que seja versátil. Que seja em quantidade e qualidade. Para terem uma ideia o meu sonho é um dia poder fazer um projecto tipo um ano sem compras ou viver com um armário cápsula porque tenho roupa a mais J J J Loucura!!! Eu sei!! Já que cada vez mais o consumo consciente é uma presença activa na vida financeira. Mas a ideia também não é sair na louca e desatar a comprar desenfreadamente. A ideia é ir comprando de forma consciente, sempre com qualidade até atingir um número razoável de peças que suprimam as minhas necessidades (daí dar um prazo de ano e meio para resolver o problema!).
Vamos ver como corre… J

sábado, 5 de agosto de 2017

In the mood for... Fashion # 7




Sabrinas azuis escuras Foreva
Jeans azuis escuros Salsa
Spaghetti top bordeaux Zara
Top Cortefiel
Mala camel Quebramar

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

A grande novidade!!!


Como contei no outro dia, a minha vida entrou numa nossa fase, no passado dia 1 de Agosto. O que aconteceu foi o concretizar de um objectivo que há muito ambicionava: mudar de trabalho.

Mudar para um sítio mais perto de casa, que me permitisse não só poupar o valor dos transportes (que andava pelos 100€) como, sobretudo, ter mais qualidade de vida e tempo para mim e para os meus (e até melhorar a minha saúde). Além disso, fiquei mais perto de um dos meus objectivos de vida. J

E 2017 foi o ano em que finalmente o consegui!! :-)

Dia 1 foi o dia que a nova aventura labora começou. Esta primeira semana foi, sobretudo, para me ambientar aos colegas e ao trabalho. Para conhecer as minhas funções e a equipa de que farei parte. E o balanço não podia ser mais positivo. Fui muito bem recebida e o desafio que me foi proposto bastante grande. Mas eu também adoro desafios, por isso… estou feliz!!!
 
Agora se me dão licença vou ali gozar o meu fim-de-semana, que agora é ao sábado e domingo.
 
Bom fim-de-semana!!

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Happy day!!!


Hoje, exactamente a esta hora, começa uma nova etapa na minha vida.

Uma etapa que tenho a certeza será plena de sucessos e alegrias.

Uma etapa que me trará mais qualidade de vida, mais tempo para mim e para os meus.

Uma etapa que me coloca um passo mais perto do meu objectivo de vida.

Hoje é um dia (muito!) feliz!!

 

P.S: assim que der venho contar todos os detalhes. J

domingo, 30 de julho de 2017

Amor à primeira vista / Catherine Andersen


Sinopse:
Poucos autores escrevem histórias tão comoventes e de inesgotável ternura como Catherine Anderson. As suas personagens partilham com o leitor a esperança de encontrar o amor perfeito de uma vida inteira.
Todas as leitoras que acompanharam Rafe Kendrik e Maggie Stanley em Uma Luz na Escuridão podem agora revê-los numa nova e apaixonante aventura protagonizada por Ryan, irmão de Rafe a quem este terá de ajudar a ultrapassar um momento difícil. Um acidente sofrido há anos num rodeo deixou Bethany Coulter presa a uma cadeira de rodas. Desde então conheceu tanto as traições como os desgostos de amor, e por isso jurou nunca mais entregar o seu coração a um homem. Mas qualquer coisa em Ryan Kendrick a fez de súbito acreditar que talvez todos esses obstáculos pudessem ser ultrapassados. Ambos partilham a paixão pelos cavalos e têm um imenso sentido de humor. Mas a vida não é absolutamente perfeita. "
 
Este foi o primeiro livro que li desta autora e adorei! Tanto que não o li, devorei-o. Enquanto não o acabei, não descansei.
A história prendeu-me desde o primeiro momento.
 
Dou 4 estrelas!!