sábado, 20 de maio de 2017

Sobre o sistema de envelopes... | 2


Lembram-se deste post?
Entretanto arranjei uma solução que tem funcionado:
basicamente "transferi" os envelopes físicos para a poupança. Ou seja, agora o total do valor dos envelopes (despesas anuais) é transferido no início do mês para a poupança.
Obviamente isto obriga a um controlo maior no mapa de despesas do valor que corresponde aos envelopes e do valor que corresponde à minha poupança, mas por outro lado e uma vez que apenas mexo neste dinheiro uma vez por ano (quando chega a hora do pagamento) e como o valor transferido é maior acabo por ganhar mais em juros.
Por enquanto tem funcionado!

terça-feira, 16 de maio de 2017

Uma noite no Expresso do Oriente


Sinopse:
O Expresso do Oriente. Luxo. Mistério. Romance.
Para o grupo de passageiros que se instala nos seus lugares e bebe os primeiros goles de champanhe, a viagem de Londres até Veneza é mais do que a viagem de uma vida.
Uma missão misteriosa; uma promessa feita a um amigo moribundo; uma proposta inesperada; um segredo que remonta a vida inteira... Enquanto o comboio segue viagem, revelações, confissões e encontros amorosos têm lugar no cenário mais romântico e infame do mundo.

Apesar de um início algo confuso, acabei por gostar do livro. Acho que linha de tempo e das histórias poderia ter sido organizada de uma forma mais fácil leitura e encadeamento da história. Desta forma, nos primeiros capítulos andei ali um pouco perdida para situar a história e as personagens e perceber a linha do tempo.

Dou 2 estrelas!!

domingo, 14 de maio de 2017

Marina / Carlos Ruiz Zafón


Sinopse:
«Por qualquer estranha razão, sentimo-nos mais próximos de algumas das nossas criaturas sem sabermos explicar muito bem o porquê. De entre todos os livros que publiquei desde que comecei neste estranho ofício de romancista, lá por 1992, Marina é um dos meus favoritos.» «À medida que avançava na escrita, tudo naquela história começou a ter sabor a despedida e, quando a terminei, tive a impressão de que qualquer coisa dentro de mim, qualquer coisa que ainda hoje não sei muito bem o que era, mas de que sinto falta dia a dia, ficou ali para sempre.» Carlos Ruiz Zafón «Marina disse-me uma vez que apenas recordamos o que nunca aconteceu. Passaria uma eternidade antes que compreendesse aquelas palavras. Mas mais vale começar pelo princípio, que neste caso é o fim.» «Em Maio de 1980 desapareci do mundo durante uma semana. No espaço de sete dias e sete noites, ninguém soube do meu paradeiro.» «Não sabia então que oceano do tempo mais tarde ou mais cedo nos devolve as recordações que nele enterramos. Quinze anos mais tarde, a memória daquele dia voltou até mim. Vi aquele rapaz a vaguear por entre as brumas da estação de Francia e o nome de Marina tornou-se de novo incandescente como uma ferida fresca. «Todos temos um segredo fechado à chave nas águas-furtadas da alma. Este é o meu.»
 
 Tal como combinado dei uma nova oportunidade ao Carlos Ruiz Zafón, mas definitivamente não me convenceu.
Não fiquei fã!
Não consigo "entrar" nas histórias, não gosto da forma como escreve. Enfim... não é o meu tipo de autor.
Eu vejo a leitura como um momento de diversão, de descontração, de esquecer os problemas... E com este autor eu não consigo isso. :-(

Dou 1 estrela!!!

quinta-feira, 11 de maio de 2017

weeel done!!!

Experimentei este gelado pela primeira vez no dia que fui ao El Corte Inglês e simplesmente ADOREI!!
Tem a vantagem, face ao Llaollao, vir com mais fruta, ter mais opções de escolha nas frutas e o gelado não ser tão ácido!
Agora só tenho de descobrir uma loja destas perto de mim. :-) :-)





 
Já provaram estes?

terça-feira, 9 de maio de 2017

Prioridades!



Ultimamente tenho percebido e consciencializado a importância que as prioridades devem na nossa vida, seja na questão da gestão do tempo, nas finanças ou até em sociedade.
Defini-las é um processo complicado, moroso e difícil, porque implica muitas vezes silenciar os "barulhos externos" e pensarmos em nós em primeiro lugar. E isso é difícil e complicado porque vivemos em sociedade e os outros importam.
É um processo que pode levar muito tempo, porque implica um profundo autoconhecimento e isso pode ser desmotivador.
Mas uma vez definidas, as nossas prioridades e o grau de importância delas nas nossa vida, viver torna-se mais simples.
Porque vamos identificar mais facilmente o que nos faz felizes, o que temos realmente de fazer e dedicar o nosso tempo e deixa para trás o que não interessa.
Não há prioridades certas ou erradas. Cada um tem as suas e são plenamente válidas (ok! matar alguém é óbvio que não é!).
Ao contrário do que muita gente pensa, as prioridades não são estanques. Evoluem consoante vamos crescendo, aprendendo e vivendo.
Mas o primeiro passo (e fundamental!) é defini-las e isso faz toda a diferença.

sábado, 6 de maio de 2017

Considerações financeiras...


Lembrei-me de partilhar também algumas conclusões/premissas que me fui apercebendo ao longo destes quase 10 anos de tentativas, de leituras, de aprendizagem:

mindset é tudo!
- A forma como encaramos qualquer coisa na vida é determinante para como a coisa vai correr. Se nós encaramos o orçamento e a poupança como um jogo e não como uma obrigação vamos entrar no espírito mais facilmente e torna a tarefa mais agradável.
- É importante percebermos que somos nós que devemos controlar o dinheiro e não o contrário. E que tomar conta do dinheiro deve ser uma tarefa diária. E no caso dos casais isso deve ser feito em conjunto. Devem os dois remar para o mesmo lado, caso contrário o barco afunda.
- Disciplina e foco são os nossos principais aliados na hora de poupar. Somos diariamente bombardeados com tentações de consumo pelo que fortalecer a nossa força de vontade em poupar deve ser constantemente trabalhada!
- Perceber que poupar dá trabalho e exige sacrifício. A não ser que se ganhe muito bem e não se tenha qualquer tipo de crédito, vamos ter de abdicar de alguma coisa. Diz-me a experiência que normalmente é naquilo que mais gostamos muito (jantar fora, férias no estrangeiro...)
- Perceber que poupar é difícil, duro e muitas vezes desanimador. Que são muitos os meses que sobram, que são muitas as tentativas falhadas, mas que a persistência vale a pena.

Poupar deve ser um hábito!
- É importante desenvolver o hábito de registar rigorosamente todos os dias, todos os nossos gastos. Isso juntamente com o orçamento são fundamentais para percebermos o nosso perfil e comportamento financeiro. Não pode haver esquecimentos, preguiça em registar os nossos gastos. Foi olhar com "olhos de ver" para este registo que me permitiu perceber quais os meus desperdícios.
- É importante fazer o orçamento e a lista de despesas do mês todos os meses. Pois ao contrário do que parece todos os meses são diferentes. Todos os meses há despesas variáveis diferentes (as despesas fixas mínimas devem ser iguais e de valor igual todos os meses).
- É importante pesquisar sobre o assunto. Há sempre novidades na área da poupança, novos truques a surgir e manter um interesse no assunto ajuda a não desistir.
- Habituem-se a não contar com subsídios e reembolsos do IRS para pagar despesas, porque esses valores podem deixar de existir (veja-se o que aconteceu com os funcionários públicos e o subsídio de Natal que passou a ser pago em duodécimos, ou seja, ficou diluído no ordenado mensal e acaba por nem se dar conta dele). Estes valores extra devem ser para alimentar a poupança.

Truques & dicas
- É importante definir metas claras e atingíveis: quero livrar-me dos cartões de crédito; quero poupar para comprar um carro sem recorrer ao crédito; quero antecipar o pagamento do crédito à habitação; quero fazer a viagem dos meus sonhos sem recorrer a créditos...
- Para que já tem casa e família para sustentar existem as chamadas despesas anuais (IMI, IRS, IUC, seguros, etc) utilizar o sistema de envelopes e todos os meses tirar um pequeno valor para cobrir estas despesas evita meses mais apertados. Lá em casa usamos este sistemas para o IMI, por exemplo. E fazemos assim: dividimos o valor pago em 2016 por 12 meses e todos os meses retiramos esse valor para um envelope, quando chega a altura é só pagar sem comprometer as despesas desse mês.
- Os valores atribuídos ao orçamento devem ser o mais real possível. Vale mais tentar todos os meses ir diminuindo os valores conforme se vai conseguindo ou colocar as sobras num mealheiro sem chave, do que atribuir os valores que gostávamos de gastar e ao fim de uma semana ficar frustrado porque tudo correu mal.
- Não somos de ferro e para motivar mais ainda volta e meia devemos dar-nos uma prenda (juntar fora, uma ida ao cinema em família, um passeio...).
- Não ter cartões de crédito nem conta-ordenado! Esta é uma dica fundamental para se poupar e viver dentro dos nossos rendimentos. O dinheiro que nos "dão" nestes casos é na realidade o dinheiro mais caro à face da terra e não é nosso.
- Se por ventura já se é detentora de algumas dívidas de cartões de crédito um bom método para as eliminar é o método bola de neve. Basicamente devemos listar todos os valores em dívida e a quem devemos num papel. Depois começamos por pagar aquela que é mais pequena. Uma vez esta paga passamos para a seguinte. Há um livro muito bom que explica muito bem este método, este aqui. Procurem-no na biblioteca da vossa zona. É mesmo muito bom para quem tem dívidas e quer acabar com elas.
- Implementar os dias 0€, ou seja, dias em que não se gasta nada. Nem sequer um café. Comecem com um dia por semana. Depois avancem para dois e assim sucessivamente.

Aviso Importante!
Eu não sou da área de economia e finanças! O que aqui partilho é mesmo a minha experiência pessoal, o que vou experimentando e descobrindo!

Não sei se ajudei alguma coisa?
(Qualquer coisa também há o email ;-))

O meu orçamento minimalista

 
Pediram-me para falar um pouco mais sobre o meu orçamento minimalista. Apesar de ser algo recente na minha vida financeira vou tentar explicar como faço.
 
Antes de mais nada há que ter em atenção duas coisitas:
1. eu tenho uma tendência estranha e manhosa de primeiro ter a necessidade de complicar, para depois descomplicar. E tenho mesmo de "viver" essa complicação! Estupidez pura e dura... mas... enfim... é o que temos! Isto para dizer que eu já tive orçamentos mega complicados, com inúmeras parcelas que me baralhavam mais que ajudavam...
 
2. eu sou solteira e ainda vivo com os meus pais, ou seja, eu ainda não tenho uma casa para sustentar e isso faz muita diferença na gestão do orçamento.
 
Como eu já referi, neste momento o meu orçamento é composto essencialmente por dois tipos de despesa:
a) as despesas fixas mínimas, ou seja, estas despesas são as despesas que respondem sim à questão: Esta despesa é essencial para a minha sobrevivência? Aqui estão incluídas despesas como prestação da casa, água, luz, gás, alimentação, transporte para o trabalho e poupança.
Sim, a poupança (1€ que seja) deve ser encarada como a prestação do crédito à habitação. Poupar deve ser um hábito. Melhor um vício como é, para muitos, ir todos os dias beber café depois de almoço.
Para definir estas despesas devemos ser rigorosos na limpeza de despesas inúteis que temos. Por exemplo, eu tinha um envelope que destinava a passeios. Esse envelope foi eliminado. Não eliminei os passeios, o que fiz foi incluir as despesas que tenho com isso no valor do mês. Isso ajudou-me a aprender a priorizar melhor as minhas despesas no dia-a-dia. O que é mais importante as experiências que nos fazem crescer e criar boas memórias aquele bolo que apenas me satisfaz na hora e até me deixa doente?
 
b) valor do mês, aqui eu contemplo as despesas com o lazer, com a shopping list que defini para o mês e resolver um problema de roupa que tenho neste momento.
 

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Reflexões financeiras...



"Não é o valor que ganhas, mas a forma como o gastas que faz toda a diferença."

Várias foram as vezes que nas minhas leituras e pesquisas me deparei com esta frase. Mas sempre sem compreender realmente a dimensão dela, confesso.
Foi no passado domingo numa ida ao El Corte Inglês que se deu o clique, que se fez luz no meu espírito.
Isto funciona mais ou menos como as dietas: podemos tentar de tudo, mas enquanto não se der o tal clique não estamos realmente comprometidas com o resultado, logo nada funcionará realmente. Comigo pelo menos é assim.
Dizia eu, pois que foi no domingo que percebi o que esta frase quer realmente quer dizer.
E foi algo tão simples como um bolo que me abriu os olhos.
Passo a explicar:
a minha ida ao El Corte Inglês deveu-se, entre outras coisas, a comprar recargas para a agenda (pois perto de mim não há e eu estava necessitada). Sendo que a área da papelaria é uma área em que me perco facilmente, ia com algum receio.
Como de hábito levei a lista do que precisava realmente, mas sabendo de antemão que isso não era suficiente para me deter, durante o trajeto fui mentalizando-me que devia ficar-me só pela lista.
E devo ter feito um bom trabalho, porque foi o que aconteceu.
No regresso comentava isso mesmo com a mana. Que vinha muito contente porque me tinha controlado nas compras para a agenda.
O contentamento funcionou até ao momento em que esbarrei na melhor pastelaria da minha cidade e vai de comprar uma bolo de sobremesa para a malta cá de casa, com a desculpa de comemorar a minha contenção.
E agora vocês perguntam: qual contenção? Se o que supostamente poupaste estoiraste em bolos? Pois... Não sei..
O que aconteceu foi que já depois do jantar, sentada no sofá me veio esta frase de repente à cabeça e eu compreendi o seu significado.
Se me perguntarem se fiquei consolada com o bolo, digo que sim.
Se me perguntarem se ele teve um travo amargo, digo que sim.
Se me perguntarem se era necessário, digo que não.
Não, não havia real necessidade de ter gasto o dinheiro nos bolos. Foi mesmo a gula que levou a melhor.
Foi nesta altura que tomei consciência do dinheiro que podia ter poupado se no dia-a-dia tivesse sabido fazer as minhas compras. Se tivesse sabido priorizar os meus gastos.
Felizmente sempre vivi abaixo dos meus rendimentos, sempre tive o hábito de poupar uma percentagem do meu ordenado, sempre paguei as minhas contas a tempo e horas.
Mas também sempre tive consciência que o dinheiro do mês era mal gerido (como aliás já aqui referi várias vezes!).
E agora vejo que um dos problemas está (e esteve!) em não ter interiorizado este mantra para a hora das compras, mais cedo. Não ter sabido priorizar os meus gastos!

segunda-feira, 1 de maio de 2017

A chave de Salomão / José Rodrigues dos Santos


Sinopse:
O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória.

The Key: Tomás Noronha

A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência.
Ou morrer a tentar.
Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas.

Será que a alma existe?
O que acontece quando morremos?
O que é a realidade?

Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência.
 
Mais um livro de José Rodrigues dos Santos, mais uma aventura de Tomás Noronha.
Na generalidade gostei. O que me cansa nos livros dele são as explicações extensas dos assuntos abordados, percebo que sejam necessárias, mas mesmo assim são um pouco cansativas.
 
Dou 3 estrelas!!

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Finanças minimalistas

Durante o mês de Maio vou experimentar um novo orçamento. Percebem porque é que eu digo que não é por falta de tentativas que a coisa não encarreira.
Desta vez criei o que chamei de orçamento minimalista.
Basicamente fiz uma faxina financeira no meu orçamento, ou seja, neste momento o meu orçamento é composto apenas pelas despesas fixas mínimas (fiquei apenas com as despesas que contribuem para a minha sobrevivência) e um pequeno valor para o mês (para degolar a shopping list, para o lazer, etc.).
De ressalvar que para mim a poupança é encarada como se de uma prestação de um crédito se tratasse, pelo que está contemplada nas despesas fixas mínimas.
Portanto, o que eu fiz foi eliminar tudo o que não era importante para a minha sobrevivência.
Agora, vamos ver como corre :-)

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Cenas que me ultrapassam... no nosso país

Ver pessoas que ganham o salário mínimo e, para além, de terem de garantir a sua sobrevivência e da sua família, têm de garantir transporte para ir para o trabalho (caso tenham interesse em mantê-lo, claro!).
Depois vemos deputados que ganham mais de 3000€ por mês (por meia dúzia de presenças na Assembleia da República) e têm ajudas de custo para transporte e habitação (sendo incluisivé proprietários de imóveis em Lisboa)...

domingo, 23 de abril de 2017

Como poupar com o telemóvel


No seguimento do post anterior lembrei-me de partilhar alguns truques que uso para poupar com o telemóvel:

- ter um tarifário de acordo com as minhas necessidades, ou seja, tirar o máximo partido dos serviços disponibilizados pelo tarifário e usar o maior número possível (p.e. o meu tarifário não contempla dados móveis, porque eu simplesmente não os uso);

- ter um tarifário pré-pago;

- usar a wi-fi, ou seja, se já pagamos internet em casa (que inclui wi-fi), se nos transportes temos wi-fi e se no trabalho uso wi-fi, porque raio hei-de ter um tarifário com muitos GB de internet e mais caro? É duplicação de despesas, logo desperdício de dinheiro;

- tenho chamadas e sms grátis para quem falo mais;

- fazer carregamentos mínimos;

- usar os pontos para ajudar quem mais precisa. :-)

sábado, 22 de abril de 2017

Como desperdiçar dinheiro rapidamente?

Ligar acidentalmente os dados móveis no telemóvel e só nos apercebermos disso minutos depois.
Em menos de nada disse adeus a mais de três euros. Fiquei a zeros!!!
E não usufrui nada!
Ca nervos!!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Vício!!!

Cá em casa adoramos gelados!
Acho que se desse a sobremesa seria sempre gelado, apesar de, depois eu passar mal!! :-)
Seja como for, volta e meia lá vamos ao shopping e nesses dias há sempre gelado para as manas.
Os preferidos são os da Llaollao.
Por norma dividimos um Sanum para as duas. São óptimos, personalizáveis, servem melhor que na Olá (fica a dica!) e ainda poupamos qualquer coisa.
Ora, um destes domingos que tivemos de ir ao shopping lá fomos visitar a Llaollao e desta vez aproveitámos para provar um topping novo de maçã verde, que é simplesmente fantástico!! Ficámos fãs!! E já podemos variar do chocolate!
Ficam as fotos...


 
Vocês já provaram estes gelados?
Nós recomendamos!!

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Cinco dias em Paris / Danielle Steel

Se procuram um romance levezinho para os dias de praia que se aproximam, esta é uma bela sugestão... :-)


Sinopse:
Peter Haskell, presidente de um império da indústria farmacêutica, tem tudo: poder, posição social, uma brilhante carreira e uma família, pela qual teve de fazer enormes sacrifícios.
Olivia Thatcher é casada com famoso senador, a quem se dedicou de corpo e alma. Presa numa teia de dever e obrigação a um marido que amou em tempos mas que agora mal conhece, o seu mundo desaba quando o filho morre.
Acidentalmente, encontram-se em Paris, no Ritz, numa noite marcada por uma ameaça de bomba. As suas vidas completamente diferentes convergem num momento mágico na Place Vêndome. Num café em Montmartre, os seus corações revelam-se: Peter, outrora cheio de certezas em relação ao seu casamento e à carreira, vê o seu futuro profissional em perigo, e Olívia descobre que não aguenta mais a vida que leva. Quando Olívia desaparece, Peter sabe que não foi um caso passageiro. E o que aconteceria se a encontrasse novamente, se a única coisa que têm são cinco dias em Paris?
De regresso às suas vidas separadas, já nada será como dantes. Em casa, ambos terão de prosseguir com as suas vidas, apesar dos desafios e das traições. Tudo aquilo em que acreditam será posto à prova, até perceberem que têm de enfrentar as mudanças de cabeça erguida e assumir o amor um pelo outro.
 
Dou 3 estrelas!!!

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Voo final / Ken Follett


Sinopse:
Do autor de Os Pilares da Terra e Um Mundo sem Fim, um livro com um enredo complexo que leva o leitor pelos meandros do thriller onde o suspense é uma constante.
Em Junho de 1941 a Dinamarca encontra-se sob a ocupação de Hitler, enquanto a Grã-Bretanha é a única potência europeia em condições de fazer frente ao avanço dos nazis. Mas os aviões que partem em missões de bombardeamento são sistematicamente abatidos pelos esquadrões germânicos, como se de algum modo estes conhecessem os planos de ataque da RAF. Uma agente do MI6 é destacada para investigar o que está a beneficiar os alemães, numa missão secreta à Dinamarca... Ao mesmo tempo, na pequena ilha de Sande, o jovem Harald, encontra numa base secreta dos alemães algo cuja descoberta pode ser vital para mudar o curso dos acontecimentos... Um thriller empolgante e complexo, baseado num caso verídico, pela mão do grande mestre da arte de contar que é o mundialmente famoso Ken Follett.
 
Com este autor, eu tenho uma relação de amor/ódio:
se por um lado, não consigo sequer ler os seus romances históricos, por outro, quando ele envereda pelos policiais-romances-aventuras, eu não consigo para de ler enquanto não acabo. Cenas maradas!!!
 
Dou 3 estrelas!!!

sábado, 8 de abril de 2017

Atendimento ao público



Uma das minhas tarefas no trabalho é o atendimento ao público. E desenganem-se se acham esta uma tarefa simples, é bastante complicada!!
Atender o público significa lidar com uma grande multiplicidade de feitios, vontades, estados de espírito. Cada pessoa é uma pessoa, cada dia é um dia. E nunca sabemos quem vamos encontrar naquele dia do outro lado do balcão.
Eu tenho a "sorte" de estar nos dois lados: no lado do funcionário e no lado do cliente e aos longos dos anos apercebi-me que há um conjunto de truques e dicas que nos podem facilitar a vida.
Vamos a eles:

- na perspetiva do funcionário:

1. ter uma boa dose de paciência diária- no atendimento ao público todos os dias são uma incógnita. Nunca sabemos quem vamos encontrar e que estado de espírito terá, por isso, é importante ser uma pessoa paciente, disposta a "dar luta" ao cliente. Mostrar-lhe que está certo ou errado.

2. não descarregar a nossa raiva do dia nos clientes- se por algum motivo nesse dia estamos mal- dispostos, a melhor solução é tentar que aquele dia não estar no atendimento ao público. Se não for de todo possível, e sabendo que nem sempre é fácil de fazer, é tentar ao máximo deixar os problemas fora do trabalho. O cliente e os colegas não têm culpa!!

3. desarmar o cliente- a melhor forma das coisas correrem bem é desarmando um cliente. Estabelecer empatia com ele. Mostrar-lhe que estamos do lado dele, mesmo que ele não tenha razão, e depois com calma mostrar-lhe que está errado. Acreditem!! O cliente pode vir mesmo muito mal disposto, mas se sentir que o funcionário está do lado dele, vai mudar a sua postura e chega a sair dali e a considerar o funcionário o seu melhor amigo. :-)

4. colocar-se no lugar do cliente- outro truque infalível é colocarmo-nos no lugar do cliente, ou seja,
atender o cliente como gostamos de ser atendidos. O bom humor e o sorriso são armas muito eficientes.

7. não entrar em confronto directo com o cliente - isto é meio caminho andado para perdermos a razão que temos. Eu sei que tem dias que quase impossível, mas mesmo nesses dias procurem respirar e acalmar-se.

8. o cliente nem sempre tem razão- eu sei que sempre se disse que O cliente tem sempre razão!, mas isso não é verdade!!! O cliente não tem razão quando é rude e mal-educado. Quando agride o funcionário, ainda que verbalmente. E da mesmo forma que o cliente pode reclamar do funcionário, o funcionário também pode reclamar do cliente e levar à impossibilidade do cliente frequentar o estabelecimento (é possível, já vi acontecer!!)

P.S.- Agora não vamos desatar a reclamar a torto e a direito enquanto cliente e/ou funcionário. A reclamação deve ser sempre feita com critério e razão de ser!!!

- na perspetiva do cliente:

1. não colocar tudo no mesmo saco -só porque fomos mal atendidos por um funcionário das Finanças, não quer dizer que TODOS os funcionários das Finanças, da Segurança Social, que TODOS os funcionários públicos são iguais, porque não o são!!
Já me aconteceu nas Finanças ser atendida pela mesma pessoa em dias diferentes e ela ter posturas diferentes. Lembre-mo-nos que dentro do balcão está um ser humano, que como todos nós tem os seus dias e que nem sempre consegue resguardar para si o que lhe vai na alma. Ah! E desenganem-se se acham que a Função Pública é má no atendimento, o privado é bem pior. As piores recordações que tenho de mau atendimento são todas do privado (o que acaba por tornar as coisas piores, já que perder clientes no privado, pode em último caso significar fecho da empresa e desemprego dos funcionários!)

2. não partir do principio que quem está atras de uma balão é um burro sem qualificações - ao contrário do que possa parecer há profissões que exigem um curso superior e o atendedimento ao público é fundamental para um bom desempenho das suas funções.

3. evitar entrar cinco minutos antes do fecho-  tal como os clientes, os funcionários também tem vida própria, família, um horário para cumprir e tarefas do fim do dia para realizar que apenas podem ser feitas depois dos clientes todos saírem. Deixem para as emergências estes casos.

4.. respeitar sempre quem está do lado de dentro do balcão- o respeito e a educação nunca são demais. Se gostam que vos respeitem, respeitem também os outros. Não é porque a pessoa está atrás de um balcão que deve ser desrespeitada. Vamos adoptar a máxima: Não faças aos outros, aquilo que não gostamos que nos façam a nós!.
 
E vocês têm algum truque que vos ajude?

terça-feira, 4 de abril de 2017

Considerações financeiras...

Volta e meia gosto de olhar com novos olhos para o meu orçamento e, quase sempre, descubro coisas novas. Nomeadamente relativamente ao meu comportamento financeiro.
Estes dias, depois de ler mais um pouco sobre finanças pessoais, andei novamente de volta do meu orçamento e dei-me conta que:

1. no orçamento..
Analisando os meus orçamentos dos dois últimos anos vi que tenho tendência para complicar (aliás isto acompanha-me noutros aspetos), que resulta na criação desenfreada de envelopes, para todo o tipo de categorias.
Mas com a rapidez que complico o sistema, descomplico-o. Ou seja, crio e rapidamente elimino categorias e envelopes. Noto também que regra geral é quando ando em modo finanças minimalistas que a coisa corre melhor.
Dirão vocês (e com razão!), mas então porque mexes? E eu respondo sistema nervoso. Quando ando mais ansiosa dá-me para inventar nas finanças e na organização. Nestas alturas geralmente leio imenso sobre estes assuntos (porque me distraí dos problemas) e tenho a mania de querer aplicar o que li e depois muitas vezes dá asneira. Já tentei dedicar-me a outros temas na leitura, mas não consigo acalmar e com estes sim. Pancadas!!! (das fortes!!)

2. no registo de despesas...
Olhando para a folha de registo de despesas verifiquei que os meus gastos são feitos maioritariamente ao fim-de-semana.
Resultado: tenho semanas de trabalho completas a 0€ gastos.
E todos sabemos que os fins-de-semana são bastante atrativos para gastarmos dinheiro e agora com o bom tempo então... ele é passeios, ele é o gelado que apetece sempre, enfim... sempre a sair da carteira.
Um truque que eu tenho aplicado foi dedicar as tardes de fim-de-semana a um hobbie e os passeios surgem na forma de caminhadas matinais, onde alio o exercício físico, pelo meio resolvo problemas (tipo comprar alguma) e apanho sol, que tanto gosto.

3. na shopping list...
Se queremos poupar, temos de ter uma shopping list enxuta. Ou seja, nesta lista devemos ter apenas aquilo que precisamos mesmo de comprar (quase para viver! As vontades devemos deixá-las na whishlist!). Este truque irá diminuir drasticamente a nossa lista de compras.
Outro truque que eu comecei a usar, e tem resultado, é todos os meses definir 3 urgências para comprar.

sábado, 1 de abril de 2017

Cenas que me ultrapassam...

É certo que estamos na Primavera e que o tempo começa a ficar mais ameno, mas também é certo que o tempo anda meio maluco. Vai daí que temos manhãs frias, tardes mais amenas e noites mais fresquinhas (pelo menos na minha zona nos últimos dias tem andado assim).
Agora alguém que me explique o que leva uma pessoa ao sair de casa pela manhã, perceber que está frio e em vez de voltar a casa para buscar o casaco prefere fazer a figura triste de andar a tremer pela rua?
Não entendo...

terça-feira, 28 de março de 2017

Sobre o mês de Março...


Financeiramente falando foi um desastre! Como aliás por aqui fui dando conta.
Depois de iniciar o mês com um novo orçamento, logo nos primeiros dias percebi que a coisa não ia funcionar. Mais uma vez os imprevistos ultrapassaram-me e tive de rever os valores e o roçamento.
O mês foi avançando e os imprevistos surgindo. Lá para a meada do mês já tinha abandonado por completo a ideia de cumprir a lista de compras, que sempre faço no início do mês, e deixado o valor que me restava para os imprevistos que acontecessem até o fim do mês.
Há já algum tempo que este descontrolo não acontecia e depois do último trimestre de 2016 me ter corrido tão bem (estive três meses sem alterar o orçamento), pensei mesmo que tinha encontrado a minha pólvora orçamental. Enganei-me redondamente!!!
E este mês foi a prova disso.
Mas porque nem tudo foi mau, este mês não só consegui colocar mais dinheiro na poupança, como não fui lá mexer. E, obviamente, as despesas obrigatórias foram todas pagas.
Quando aqui digo que o mês correu mal e todas as reflexões que faço são sempre respeitantes ao meu calcanhar de Aquiles: o dinheiro do mês, aquele valor que eu defini mensalmente para a lista de compras, para o lazer, para os imprevistos. Esse valor é que definitivamente eu não sei gerir. Isto porque cumpro sempre as minhas obrigações, poupo todos os meses e vivo abaixo dos meus rendimentos. Agora ADORAVA saber gerir o dinheiro do mês para me sobrar dinheiro enão mês.
Agora preparo o mês de Abril com um novo orçamento e renovadas esperanças que corra melhor que Março.
Desta vez tive um cuidado maior ao definir não só o orçamento como os valores e a lista de compras.
Vamos ver como corre...
E por aí como correu o mês?

P.S. -Assim do nada acho que arranjei um novo objectivo para 2017! ;-)

quinta-feira, 23 de março de 2017

A mão do diabo / José Rodrigues dos Santos


Sinopse:
A crise atingiu Tomás Noronha. Devido às medidas de austeridade, o historiador é despedido da faculdade e tem de se candidatar ao subsídio de desemprego. À porta do centro de emprego, Tomás é interpelado por um velho amigo do liceu perseguido por desconhecidos.

O fugitivo escondeu um DVD escaldante que compromete os responsáveis pela crise, mas para o encontrar Tomás terá de decifrar um criptograma enigmático.

O Tribunal Penal Internacional instaurou um processo aos autores da crise por crimes contra a humanidade. Para que este processo seja bem-sucedido, e apesar da perseguição implacável montada por um bando de assassinos, é imperativo que Tomás decifre o criptograma e localize o DVD com o mais perigoso segredo do mundo.

A verdade oculta sobre a crise.

Numa aventura vertiginosa que nos transporta ao coração mais tenebroso da alta política e finança, José Rodrigues dos Santos volta a impor-se como o grande mestre do mistério. Além de ser um romance de cortar o fôlego, A Mão do Diabo divulga informação verdadeira e revela-se um precioso guia para entender a crise, conhecer os seus autores e compreender o que nos reserva o futuro.
 
A aventura de Tomás Noronha continua...
 
Dou 3 estrelas!!
 
P.S- Se os factos sobre a crise forem realmente verdadeiros, estamos mesmo entregues à bicharada!!
 

segunda-feira, 20 de março de 2017

Alguém para amar / Jude Deveraux


Sinopse:
Jace Montgomery é um homem só. Passaram-se três anos, mas não conseguiu ainda ultrapassar o misterioso suicídio da sua noiva Stacy. Não voltou a interessar-se por outra mulher desde então e a família continua a culpá-lo pela sua morte. Ao folhear um dos antigos romances de Stacy, Jace descobre uma fotografia de uma casa com uma mensagem codificada. «Nossa, mais uma vez. Juntos para sempre. Até lá». O bilhete datava do dia anterior à morte dela. Obcecado pela necessidade de entender o suicídio de Stacy, Jace procura a propriedade - Priory House, uma enorme fortaleza de tijolo em Margate, Inglaterra - e compra-a.
Jace parte para Inglaterra determinado em descobrir finalmente a verdade. Não demora a perceber que a casa está assombrada por um obstinado fantasma, Ann Stuart, com quem se vê obrigado a lidar para resolver o mistério. Ann morreu em circunstâncias idênticas às da sua falecida noiva e ele tem um palpite de que existe uma relação entre ambas. Através das suas investigações e com a ajuda de uma bela jornalista, Jace vê-se forçado a estabelecer a conciliação entre a vida e a morte da noiva.
Alguém para amar é uma bela descoberta sobre o tempo e o amor da autoria de uma das romancistas mais acarinhadas pelos leitores de todo o mundo.
Mais uma sugestão bem levezinha, ideal para o verão e para as férias.
:-)
Dou 4 estrelas!!!

sábado, 18 de março de 2017

Uma morte conveniente / Sofie Sarenbrant

Os autores nórdicos estão a ganhar terreno no mercado editorial português.
Já tive oportunidade de ler uns quantos e noto uma tendência neles: os policiais.
Não sei se é por opção das editoras de só publicarem este género literário, se é porque são os autores de maior sucesso lá para o norte, não sei se é demonstrativo de uma tendência nórdica. É certo que volta e meia ouvimos falar de uma atrocidade lá para aqueles lados, mas não sei quem se inspira em quem.
Uma coisa é certa os autores nórdicos estão aí e vieram para ficar.
 

Sinopse:
SOFIE SAREMBRANT é considerada a mais promissora autora sueca de policiais depois de uma rápida ascensão aos tops suecos. UMA MORTE CONVENIENTE foi o seu primeiro livro a cruzar as fronteiras e encontra-se já traduzido em doze países, entre os quais se contam a Alemanha e os Estados Unidos.

UMA MORTE CONVENIENTE é o primeiro livro de uma série que tem como protagonista Emma Sköld, uma jovem e entusiasta inspetora da polícia. Quando é chamada a intervir nesta investigação, Emma está grávida e começa a perguntar-se se conseguirá conciliar a carreira com a maternidade. Conta para isso com a ajuda do seu companheiro Kristoffer, um agente imobiliário viciado em trabalho que espera em breve encontrar a casa ideal para os três. Sofie Sarembrant imprime a esta intriga um ritmo imparável que nos leva a querer virar a página do primeiro ao último capítulo.
 
Como já referi, já tive oportunidade de ler de ler uns quantos autores nórdicos e, como é óbvio, gostei mais de uns que de outros.
Este foi o primeiro livro que li desta autora e não entrou para os meus favoritos. Achei a história muito previsível e lenta. É certo que no fim há ali um twist, mas se pensarmos bem, cedo começa a apontar para o assassino.
Mas também não odiei o livro. Ficou ali no meio... :-)
 
Dou 2 estrelas!!!

terça-feira, 14 de março de 2017

sobre o sistema de envelopes...



Eu já uso o sistema de envelopes para a gestão mensal dos meus gastos há alguns anos.
Descobri-o na internet, numa das milhares de pesquisas que já fiz sobre finanças pessoais.
Acho o sistema bastante eficaz no que toca a ajudar a poupar para as despesas anuais (como seguros, imi, etc), tornando os meses todos iguais e acabando com os meses mais apertados.
São igualmente eficazes para nos ajudar a controlar melhor o dinheiro que temos para as despesas do dia-a-dia (como supermercado, lazer, etc).
No meu ponto de vista, este sistema tem dois problemas:
   1. implica andar diariamente na carteira e dinheiro vivo levante problemas de segurança;
   2. no caso das poupanças anuais, quanto mais se aproxima a data de pagamento das despesas, maior é o montante que temos em casa, o que coloca novamente problemas de segurança.
Por isso, não são raras as vezes que dou por mim a pensar em formas de continuar a utilizar este sistema, mas a tentar encontrar uma forma mais eficaz de o controlar sem que isso implique andar com envelopes atrás de mim.
E, ultimamente, motivada por todas as alterações que tive de fazer no orçamento, esta dúvida regressou.
Será que existe uma forma eficaz de controlar o dinheiro, usando o sistema de envelopes, sem ter de os ter fisicamente?

domingo, 12 de março de 2017

Considerações orçamentais...

Sempre que leio sobre finanças pessoais (e acreditem que não é assim tão pouco!) há um ponto que é comum: fazer todos os meses um orçamento! Entender e gerir o nosso dinheiro como se de uma empresa se tratasse.
Ora, eu que já ando nestas andanças orçamentais há algum tempo, digo-vos que a arte de fazer um bom orçamento (e que resulte!) é uma ciência algo complexa.
Quando fiz este novo orçamento, e como acontece sempre, contei com as despesas fixas, as variáveis e as previstas, deixando, obviamente, uma margem para imprevistos.
Pois foram precisamente esses imprevistos que mais uma vez me recordaram que nestas coisas da gestão de dinheiros não há como simplificar e que a vida ultrapassa-nos sempre.
É importante acautelar o  futuro (o que podemos, claro!), contar sempre que a vida é imprevisível, mas também não podemos ou devemos deixar de viver. E o bom do orçamento é que podemos, sempre que achamos necessário, redefini-lo.
O meu calcanhar de Aquiles é o dinheiro que tenho para o mês, aquela verba que eu destino para a lista de compras e para o lazer. É sempre aqui que tenho de reavaliar o orçamento. 
Já no caso das despesas fixas e obrigatórias eu não tenho sequer a tendência de lá ir mexer. Pode o mês estar a correr pessimamente, mas para aqueles valores eu nem sequer olho.
No entanto, chego à conclusão que eu não sei gerir o meu dinheiro (e falo obviamente do dinheiro para o mês!). Sobra-me sempre mês (e lista!). E isso deixa-me triste.
Há sempre várias coisas que têm de ficar para o mês seguinte, atrapalhando logo esse mês.
Passo meses sem saber o que é ir comer fora, sem ir passear, comprar roupa (que tanto preciso e não é exagero, acreditem!) uma vez que seja, porque muitas vezes o valor que posso dispor para o mês mal chega para as despesas previstas e não param de surgir imprevistos a que é preciso fazer face.
Sei que parte do problema se resolveria se ganhasse mais, porque assim poderia dispor de mais dinheiro para o mês (e para a poupança!), mas por enquanto isso não é possível, quem sabe um dia...
Há alturas que isso me desmotiva mesmo... Estou numa fase dessas...

sexta-feira, 10 de março de 2017

Spring is coming...

Sabemos que nos aproximamos a passos largos da primavera quando chegamos a casa e ainda é dia.
Happy!! Happy!!

quinta-feira, 9 de março de 2017

das (boas) poupanças...

Meninas, um alerta:
a Boticário está a dar, até dia 11 de Março, a sua prenda anual do Dia Internacional da Mulher, e este ano vale muito a pena:
100ml de um hidratante corporal cheiroso que só visto!! :-)


Cá em casa já fomos buscar a nossa e como somos três mulheres arranjamos 300ml de hidratante corporal, ou seja, o equivalente a uma embalagem normal a custo 0€.
Poupamos uma embalagem de creme. ;-)
Corram a levantar o vosso!
É muito simples só têm de se dirigir a uma Boticário com a vossa identificação, inscrever-se na base de dados deles e em troca recebem a oferta.
Depois volta e meia recebem sms com ofertas exclusivas.
A oferta também está disponível nas lojas da cadeia em outlets.

Update orçamental...

E ao fim de cinco dias do novo orçamento percebi que não ia resultar.
Os valores atribuídos revelaram-se insuficientes para cobrir as despesas que foram surgindo.
Hoje a manhã foi então dedicada a redefinir o orçamento e os valores, vamos agora ver como corre o resto do mês...

quarta-feira, 8 de março de 2017

Perfume de paixão


Sinopse:
Noiva do encantador e sedutor Greg Anders, Sara Shaw mal consegue esperar pelo dia do seu casamento em Edilean, na Virgínia. Mas apenas três semanas antes do dia do casamento, Greg recebe um telefonema durante a noite e sai sem dar qualquer explicação. Dois dias mais tarde, um homem aparece através de um alçapão no soalho da casa de Sara, afirmando que é o irmão da sua melhor amiga e informando-a que se vai mudar para casa dela. Embora Mike Newland esteja realmente a dizer a verdade sobre a sua identidade, a razão que o levou ali tem muito mais que se lhe diga. É um detective que trabalha infiltrado; a sua missão é usar Sara para descobrir o paradeiro de uma mulher — uma das criminosas mais notórias dos Estados Unidos — que, por acaso, é a mãe do homem com quem Sara tenciona casar. Mike acredita que a investigação não será difícil — isto é, caso consiga arranjar maneira de fazer com que uma jovem de «boas famílias» como Sara confie em si. No entanto, Mike não faz a mais pequena ideia do que aquela missão lhe reserva. Esforçouse ao máximo para esconder as suas ligações a Edilean, as quais remontam ao tempo em que a sua avó vivera naquela localidade, em 1941. Mas à medida que Mike e Sara se vão conhecendo, ele não consegue evitar partilhar segredos que nunca tinha partilhado com ninguém. Enquanto trabalham juntos para resolverem os dois mistérios, o amor crescente que desabrocha entre os dois começa a sarar cicatrizes de uma forma que nunca teriam imaginado ser possível.
 
Um livro fácil e simples de ler. Esta escritora tem uma escrita bastante fluída, no meu entender. As histórias são cativantes e ideais para alturas em que só queremos esquecer os problemas da vida.
 
Dou 4 estrelas!!!

terça-feira, 7 de março de 2017

O jogo do anjo / Carlos Ruiz Zafón


Sinopse:
Na turbulenta Barcelona dos anos de 1920, um jovem escritor obcecado com um amor impossível recebe a proposta de um misterioso editor para escrever um livro como nunca existiu, em troca de uma fortuna e, talvez, de muito mais.

Com um estilo deslumbrante e impecável precisão narrativa, o autor de A Sombra do Vento transporta-nos de novo à Barcelona de o Cemitério dos Livros Esquecidos para nos oferecer uma aventura de intriga, romance e tragédia, através de um labirinto de segredos, onde o encantamento dos livros, a paixão e a amizade se conjugam num romance magistral.
 
Este foi o primeiro livro que li deste autor e confesso que não fiquei particularmente fã do autor (e agora vou ser trucidada!!!).
A escrita não me seduziu e a história muito menos. Aliás, acabá-lo foi algo chato, mesmo.
Talvez não tenha escolhido o melhor livro para começar, não sei...
O certo é que fui espicaçada pelos inúmeros comentários positivos na internet e na televisão, mas para já não comungo desses comentários.
Não quer isto dizer que vou desistir do autor. Não!!! Vou fazer o que faço sempre: aguardar uns tempos, ler outros livros e daqui a uns tempos volto a ele e depois veremos...
 
Dou 1 estrela!!!

segunda-feira, 6 de março de 2017

Rainy sundays...

Se há coisa que eu gosto de fazer em domingos chuvosos é passara a tarde a rebolar no sofá, com mantas nas pernas a ver filmes e séries na televisão.
Sou capaz de passar a tarde toda nisso e só me levantar para repor o stock de pipocas ou gomas e chá ou para ir à casa-de-banho.
E duas das séries que eu não me canso de ver são...

Já vi muitos dos episódios mais do que duas vezes, mas consigo sempre rir com as suas piadas.
Sou uma fã incondicional deles!


Já neste caso, acho que nunca vi uma temporada completa (cá em casa não temos os canais de séries pagos) e também já repeti várias vezes alguns episódios, mas sempre que apanho um episódio a dar já não mudo de canal.
E depois convínhamos as vistas não são nada de se deitar fora. ;-)

domingo, 5 de março de 2017

dos objectivos de vida...

Apesar de já ter ultrapassado a fasquia dos 30 e já trabalhar há quase 10 anos, a verdade é que ainda não conseguir sair de casa dos meus pais. :-(
Não mantenho esta situação por vontade própria, mas porque a vontade de ter um cantinho meu não põe comer na mesa e como, infelizmente, o ordenado é pequeno, as poupanças são igualmente pequenas (é o reconhecimento que este país dá aos jovens, mas deixemos isso para outras núpcias...), a situação vai sendo esta.
Contudo vontade e desejo não faltam e quando falta a coragem para lutar é neste objectivo que me foco.



Porque tenho muitos sonhos e objectivos para concretizar, mas sem dúvida que ter o meu cantinho, está em primeiro lugar (nem que para o concretizar tenha de sofrer mais uns anitos como assalariada ;-) ).

sábado, 4 de março de 2017

Lutas...

 
Eu nunca tive mesada.
Não havia dinheiro para tal. Se precisava mesmo de alguma coisa falava com  os meus pais e se eles pudessem comprar, compravam. Caso contrário esperava até haver dinheiro.
Logo só quando comecei a trabalhar e a receber um ordenado é que passei a ter a responsabilidade de o gerir e fazer durar até ao fim do mês.
E desde o meu primeiro ordenado que todo o santo mês faço um orçamento e todo o santo mês ele eventualmente acaba por descarrilhar :-(
Não é por falta de tentativas ou métodos aplicados (eu já experimentei de tudo nestes quase 10 anos de vida laboral), acho que o problema está mesmo no seu valor baixo e na lista de compras que, mesmo estando reduzida ao essencial, continua a sobrar todos os meses.
Tenho alturas que penso que já encontrei a fórmula certa (como por exemplo no último trimestre de 2016 que consegui estar três meses sem fazer qualquer tipo de alteração), mas depois lá acontece qualquer coisas que obriga a renegociações.
Tudo isto para dizer que este mês estou a tentar um novo orçamento. Um novo esquema, uma divisão diferente de valores.
Vamos lá ver como corre...

quinta-feira, 2 de março de 2017

Sobre o vício da leitura...

Eu, Assalariada Maria, me confesso: sou viciada em livros!!!
É verdade!!
Sou moça que se faz sempre acompanhar de um livrito, tem sempre pelo menos dois começados e três ou quatro em lista de espera na estante.
Ora, também sou moça que padece da maleita de ser poupada. E como todos sabem, os livros podem arruinar qualquer orçamento.
Vai daí tornei-me numa bibliotecodependente!!!
Sou um assídua frequentadora destas magníficas instituições, onde de forma gratuita, podemos requisitar um determinado número de livros, por um determinado período de tempo (normalmente por 15 dias!).
E digam-me lá, vocês doentes da leitura como eu, há lá coisa melhor do que ter sempre livros novos para ler? E de todo o tipo?
Sou tão aficionada destes organismos que estou inscrita na biblioteca da minha área de residência, local de trabalho e até na zona onde costumo passar férias.
Além disso, bem vistas as coisas, é a existência destes organismos (bem como hospitais, centros de saúde, piscinas, escolas) que torna visível o uso que os nossos governantes fazem dos nossos impostos.
Por isso, toca a frequentar estes espaços (actualmente praticamente todos os municípios têm pelo menos uma biblioteca) frequentemente e a "reclamar" o dinheiro dos nossos impostos (com a compra regular de livros, melhoria das condições de espaço, etc.)

quarta-feira, 1 de março de 2017

Sobre O evento do fim-de-semana...

... eis os meus preferidos...







Eu não sou muito entendida na área da moda, mas gosto. Gosto de ver montras, revistas, editoriais...
Quanto à red carpet de domingo arrisco-me a dizer que deixou muito a desejar, face a outros anos. Acho sempre que less is more e keep it simple! devem ser máximas a seguir.
Uma nota muito positiva para a nossa Carolina Patrocínio que bateu de longe muitas das actrizes que por lá passaram.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

das finanças pessoais...

 
Como boa assalariada que (ainda!) sou, fim do mês significa ordenado na conta. ;-)
Começa então um autêntico conjunto de lutas internas para que não sobre mês, nem lista de compras.
Sempre fui uma moça poupada (forreta, segundo a malta lá de casa!). Sempre perdi algum tempo todos os meses a organizar os dinheiros, mas com este novo objectivo de vida, surgiu todo um novo mundo.
Isto porque é muito gira a ideia de deixar de ser assalariada, mas alguma fonte de rendimento que substitua o ordenado tem de haver, já que eu tenho o péssimo hábito de comer todos os dias. :-)
 
Assim sendo, pensei e porque não partilhar os avanços e recuos nesta área lá no blogue? Sempre posso aprender e trocar ideias com os leitores. :-)
Alinham?

:-)


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

In love...

Eu sou uma fã assumida das colecções da Lanidor, sobretudo das colecções de Primavera/Verão.
E no domingo ao espreitar a montra da marca no Centro Comercial Vasco da Gama apercebi-me que mais uma vez este ano terei sérios problemas. ;-)
Já em casa e numa rápida visita ao site, pude comprovar isso mesmo.
Assim, de repente, isto foi o que me saltou à vista...











P.S- o problema é a incompatibilidade com a minha carteira. Vida de pobre é dura!!