sábado, 6 de maio de 2017

O meu orçamento minimalista

 
Pediram-me para falar um pouco mais sobre o meu orçamento minimalista. Apesar de ser algo recente na minha vida financeira vou tentar explicar como faço.
 
Antes de mais nada há que ter em atenção duas coisitas:
1. eu tenho uma tendência estranha e manhosa de primeiro ter a necessidade de complicar, para depois descomplicar. E tenho mesmo de "viver" essa complicação! Estupidez pura e dura... mas... enfim... é o que temos! Isto para dizer que eu já tive orçamentos mega complicados, com inúmeras parcelas que me baralhavam mais que ajudavam...
 
2. eu sou solteira e ainda vivo com os meus pais, ou seja, eu ainda não tenho uma casa para sustentar e isso faz muita diferença na gestão do orçamento.
 
Como eu já referi, neste momento o meu orçamento é composto essencialmente por dois tipos de despesa:
a) as despesas fixas mínimas, ou seja, estas despesas são as despesas que respondem sim à questão: Esta despesa é essencial para a minha sobrevivência? Aqui estão incluídas despesas como prestação da casa, água, luz, gás, alimentação, transporte para o trabalho e poupança.
Sim, a poupança (1€ que seja) deve ser encarada como a prestação do crédito à habitação. Poupar deve ser um hábito. Melhor um vício como é, para muitos, ir todos os dias beber café depois de almoço.
Para definir estas despesas devemos ser rigorosos na limpeza de despesas inúteis que temos. Por exemplo, eu tinha um envelope que destinava a passeios. Esse envelope foi eliminado. Não eliminei os passeios, o que fiz foi incluir as despesas que tenho com isso no valor do mês. Isso ajudou-me a aprender a priorizar melhor as minhas despesas no dia-a-dia. O que é mais importante as experiências que nos fazem crescer e criar boas memórias aquele bolo que apenas me satisfaz na hora e até me deixa doente?
 
b) valor do mês, aqui eu contemplo as despesas com o lazer, com a shopping list que defini para o mês e resolver um problema de roupa que tenho neste momento.
 

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