sexta-feira, 31 de julho de 2020

Em Julho...


  • Recebi o reembolso do IRS (este ano demorou imenso tempo. Nunca me tinha acontecido!);
  • houve duas idas à aldeia;
  • sushizada com a mana;
  • fomos visitar a sobrinha do coração ao longe. Está gira que dói :-)
  • foram-me atribuídas novas funções no trabalho;
  • tivemos um brunch day;
  • houve tempo e necessidade de algum shopping;
  • Tive 20 dias de 0€.

terça-feira, 30 de junho de 2020

Em Junho...


  • regresso à normalidade no trabalho;
  • comemorou-se o dia dos irmãos;
  • fomos pela primeira vez buscar take-away. Escolhemos sushi. Correu bem, matámos as saudades, mas confesso que foi estranho comer sushi em casa;
  • houve passeio em família a Fátima;
  • houve almoçarada no trabalho para comemorar a reunião da equipa;
  • fomos pela primeira vez a um centro comercial em mais de três meses;
  • houve 16 dias de 0€

domingo, 28 de junho de 2020

i'm alive!!!

Sim, estou viva!!
Muito cansada e sem grande inspiração para escrever, mas vivinha da silva!!
Até tenho coisas para partilhar, ideias para posts, mas depois falta-me a inspiração para as colocar em palavras e frases com sentido.
O trabalho tem sido muito.
Não houve grandes pausas no Covid-19, entretanto com o desconfinamento a equipa reuniu-se, mas o trabalho aumentou também. Agora começam as férias. Nova diminuição da equipa, mas o volume de trabalho tende a aumentar.
Aqui, por Lisboa, é conhecida a situação que se vive por causa da pandemia. Isso também não ajuda nada à festa.
Nas finanças, a nova organização continua em prática. Já teve alguns progressos, no sentido de simplificá-la ainda mais. Cada vez mais, para mim o que é simples é o que mais funciona. Tenho de fazer um post a explicar tudinho.
Estou a testar uma nova organização pessoal e laboral. Depois conto-vos mais.
Os fins-de-semana são passados entre as costuras e o sofá.
E por aí?
Como estão as coisas? :-)

segunda-feira, 15 de junho de 2020

O filho pródigo | Danielle Steel


Sinopse:
Um regresso a casa e um reencontro de irmãos… Que verdades serão reveladas?
No caso dos irmãos gémeos McDowell, o rosto é o mesmo… só a personalidade os separa. Peter trabalha na alta finança, prospera. Michael ficou pela cidade natal e tornou-se um respeitado médico. A relação de ambos sempre foi tensa, e quando Peter regressa à casa dos pais tudo parece mais sereno e amistoso. Ao descobrir os diários da mãe, é obrigado a voltar atrás no tempo e a enfrentar a verdade sobre a sua morte. Um poderoso e acutilante romance, de complexas e imprevisíveis personalidades, que Danielle Steel orquestra com a sua habitual maestria emotiva. «Neste romance, quis olhar o mal nos olhos, porque existe», diz a autora, e é preciso conhecê-lo para o derrotar.

A minha opinião…
De todos os livros que li desta autora, este é completamente diferente do que havia lido até agora.
A começar pela temática e a terminar no desenrolar da história, foi uma surpresa até ao fim.
Esperava uma coisa, mas saiu outra. Mas não é que ficasse desiludida. Diria que fiquei surpresa.
Mas o balanço é positivo.

Dou 3 estrelas!

quarta-feira, 10 de junho de 2020

É por isto...

Recentemente recebi este comentário…

"E porque não usar cartão de crédito com cash back? Por exemplo o universo por casa 100euros ganhamos 1eur para gastar nas lojas do grupo. Eu compro a crédito e não impediu que comprasse um carro de 40mil a pronto. Temos que aproveitar todas as migalhas :) "

… e é por causa disto que eu não gosto de créditos*:
  • porque sinto que o bem não é realmente meu enquanto não está pago, logo não me sinto confortável em usá-lo;
  • porque gosto de viver 1 nível abaixo das minhas reais possibilidades;
  • porque não sei o dia de amanhã e, pasmem-se! pode haver uma pandemia que pare o mundo;
  • porque posso ter uma diminuição real de rendimentos (como aconteceu na crise económica de 2011) ou até perder o emprego;
  • porque gosto de ter as minhas contas em dia;
  • porque quem ganha sempre e realmente com os créditos são os bancos e as financiadoras (nós apenas somos iludidos que temos algum benefício);
  • porque é que hei-de pagar 120€ por alguma coisa, quando posso pagar 80€ e ficar na carteira com os 40€ de juros?;
  • porque é que para ter algum benefício tenho de ficar obrigada a algo, como no caso desse cartão Universo?;
  • porque é uma sensação extraordinária cumprir um sonho e não ficar com o futuro comprometido com um crédito.
Enfim… podia continuar, mas acho que já deu para perceber o porquê da minha opção.
Não condeno quem opte por viver à base de créditos, é a sua opção e tem de arrecadar com as consequências boas ou más, tal como eu com as minhas.
Mas confesso que me custa horrores ver na tv famílias sem dinheiro para comer, sem casa para viver e depois têm computadores de 4000€, o último iPhone, Mercedes à porta de casa, férias todos os anos no Algarve…


*não vamos considerar aqui o crédito à habitação!