… com muitos sonhos para realizar e parcos rendimentos!! :-)
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domingo, 8 de dezembro de 2019
O meu minimalismo...
Quando no início do ano defini as 3 palavras que iam nortear o meu ano, uma delas foi o minimalismo.
E, apesar de ao longo do ano, não ter falado muito do assunto por aqui, a verdade é que ele este muito presente na minha vida.
Foram muitas as leituras feitas ao longo do ano, foram muito os destralhes que fiz e hoje apercebi-me que tenho já algumas ideias que posso partilhar convosco.
A primeira é que não posso aplicar o minimalismo à roupa. Eu tenho uma condição de pele que o impede. Preciso de quantidade e qualidade de roupa na minha vida. Gosto de moda, gosto de ter variedade, porque canso-me rápido (esses desafios que há por aí de 33 peças em 3 meses, para mim não dá, como ter apenas 50 peças ou 10 peças para 30 looks). Não tenho máquina de secar roupa e no inverno pouca quantidade cria um SÉRIO problema, para garantir que tenho roupa para vestir.
Posso e aplico o minimalismo nos produtos de beleza que utilizo. Eu sou algo preguiçosa para rotinas de pele muito complicadas e demoradas. Sou prática e preciso de ser assídua nos cuidados de pele, logo se quero que a coisa funcione convém ser minimalista no número de produtos que uso. Neste momento, por exemplo, uso o mesmo produto para gel de limpeza e gel de duche (é de farmácia e indicado para o efeito e para a minha pele).
Nas finanças, a simplicidade e o minimalismo funcionam super bem. O método 50-30-20 é o ideal para mim.
E vocês? Usam algum truque minimalista?
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Viver com pouco # 15: Tempo, o novo luxo!
Muita gente mede a qualidade de vida pelos bens que possuí, pelas viagens que faz, pelo ordenado que ganha...
Eu meço a minha qualidade de vida pelo tempo que tenho diariamente para dedicar a mim e aos meus.
Para fazer coisas que me dão realmente prazer. Seja apenas ler, fazer os meus crafts, conviver com a minha família, rir com amigos, passear, vegetar no sofá...
Devemos trabalhar para viver e não o contrário. A nossa prioridade deve ser sempre o nosso bem-estar e dos nossos.
Sabem aqueles dias que mesmo depois de um dia de trabalho parece que temos ainda temos um dia inteiro para viver? Eu adoro esses dias.
Sair do trabalho e sentir que ainda tenho tempo para fazer tanta coisa. Para aproveitar a vida, a família, os amigos.
Slow living... já ouviram falar do conceito?
Eu cada vez estou mais desperta para ele e procuro aplica-lo diariamente. E já me permitiu aumentar a minha qualidade de vida, apenas com algumas mudanças.
Dizer Não faço isto ou aquilo, porque não tenho tempo! deixou de fazer sentido para mim.
Porque passei a fazer uma escolha mais criteriosa onde gasto o meu tempo e energia.
Porque defini claramente quais são as minhas prioridades de vida (e ter a melhor qualidade de vida para mim e para os meus está no topo!).
Porque cada vez mais as tarefas que eu faço são intencionais.
Porque preencher a to do list é cada vez uma tarefa selectiva.
O tempo é um luxo, que estamos a desperdiçar e que não podemos recuperar. Cuidar bem dele deve ser uma preocupação nossa diária.
E garanto-vos que ter diariamente uma mega to do list para fazer, andar a correr de um lado para o outro e sentir que não se chega a todo o lado, não ter tempo para ninguém, andar sempre cansado e a desejar pelo fim-de-semana e as férias, não é ter qualidade de vida.
Aproveitar o dia-a-dia, os nossos, o sol que nasce cada dia, aquilo que temos traz-nos sim mais qualidade de vida.
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Viver com pouco # 5 - O minimalismo na minha vida
Nos últimos anos, aos poucos o minimalismo tem entrado na minha vida.
E ao contrário de muitas pessoas, não entrou na minha vida para travar um consumismo excessivo e compulsivo. Porque não o havia!!
Surgiu na minha vida quando li pela primeira vez o livro da Marie Kondo. E surgiu para organizar a minha vida, dar uma volta completa e para que a minha vida ganhasse mais intenção.
E a influência da Marie entrou na minha vida, no sentido de possuir apenas o que realmente gosto e uso. Ter apenas aquilo que nos dá alegria, como diz a autora. Aliás, essa tem sido uma das bases para construir o meu roupeiro, sobretudo na hora de ir às compras.
Surgiu na minha vida, sobretudo, para a simplificar.
O minimalismo tem sido uma grande ajuda para lidar com a minha complicação natural.
Eu tenho uma forte tendência para complicar, sobretudo, aquilo que é simples. Eventualmente, conforme vou refletindo vou, naturalmente, simplificando. Mas isso rouba-me energia e anos de vida.
E a simplicidade que o minimalismo tem-me ajudado imenso a lidar com isto.
Hoje em dia noto que cada vez mais sou simples naquilo que tenho, naquilo que sou e naquilo que faço.
Nesta luta, a praticidade e a funcionalidade das coisas têm sido grandes aliados. Dou por mim não só a simplificar a minha organização, os métodos de trabalho, a reduzir a impulsividade na hora das compras (por exemplo, nos itens de escritório onde me perco muito facilmente e além de pensar muito bem antes de comprar, tento antes de tudo reutilizar o que tenho e só depois se se justificar mesmo, parto para a compra. Antes o processo seria o inverso :-) ) e, claro, a poupar dinheiro.
O minimalismo, para mim, tem significado um grande crescimento e aprendizagem pessoais, de forma quase diária e nas mais pequenas coisas.
sábado, 6 de maio de 2017
O meu orçamento minimalista
Pediram-me para falar um pouco mais sobre o meu orçamento minimalista. Apesar de ser algo recente na minha vida financeira vou tentar explicar como faço.
Antes de mais nada há que ter em atenção duas coisitas:
1. eu tenho uma tendência estranha e manhosa de primeiro ter a necessidade de complicar, para depois descomplicar. E tenho mesmo de "viver" essa complicação! Estupidez pura e dura... mas... enfim... é o que temos! Isto para dizer que eu já tive orçamentos mega complicados, com inúmeras parcelas que me baralhavam mais que ajudavam...
2. eu sou solteira e ainda vivo com os meus pais, ou seja, eu ainda não tenho uma casa para sustentar e isso faz muita diferença na gestão do orçamento.
Como eu já referi, neste momento o meu orçamento é composto essencialmente por dois tipos de despesa:
a) as despesas fixas mínimas, ou seja, estas despesas são as despesas que respondem sim à questão: Esta despesa é essencial para a minha sobrevivência? Aqui estão incluídas despesas como prestação da casa, água, luz, gás, alimentação, transporte para o trabalho e poupança.
Sim, a poupança (1€ que seja) deve ser encarada como a prestação do crédito à habitação. Poupar deve ser um hábito. Melhor um vício como é, para muitos, ir todos os dias beber café depois de almoço.
Sim, a poupança (1€ que seja) deve ser encarada como a prestação do crédito à habitação. Poupar deve ser um hábito. Melhor um vício como é, para muitos, ir todos os dias beber café depois de almoço.
Para definir estas despesas devemos ser rigorosos na limpeza de despesas inúteis que temos. Por exemplo, eu tinha um envelope que destinava a passeios. Esse envelope foi eliminado. Não eliminei os passeios, o que fiz foi incluir as despesas que tenho com isso no valor do mês. Isso ajudou-me a aprender a priorizar melhor as minhas despesas no dia-a-dia. O que é mais importante as experiências que nos fazem crescer e criar boas memórias aquele bolo que apenas me satisfaz na hora e até me deixa doente?
b) valor do mês, aqui eu contemplo as despesas com o lazer, com a shopping list que defini para o mês e resolver um problema de roupa que tenho neste momento.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Finanças minimalistas
Durante o mês de Maio vou experimentar um novo orçamento. Percebem porque é que eu digo que não é por falta de tentativas que a coisa não encarreira.
Desta vez criei o que chamei de orçamento minimalista.
Basicamente fiz uma faxina financeira no meu orçamento, ou seja, neste momento o meu orçamento é composto apenas pelas despesas fixas mínimas (fiquei apenas com as despesas que contribuem para a minha sobrevivência) e um pequeno valor para o mês (para degolar a shopping list, para o lazer, etc.).
De ressalvar que para mim a poupança é encarada como se de uma prestação de um crédito se tratasse, pelo que está contemplada nas despesas fixas mínimas.
Portanto, o que eu fiz foi eliminar tudo o que não era importante para a minha sobrevivência.
Agora, vamos ver como corre :-)
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