… com muitos sonhos para realizar e parcos rendimentos!! :-)
terça-feira, 28 de março de 2017
Sobre o mês de Março...
Financeiramente falando foi um desastre! Como aliás por aqui fui dando conta.
Depois de iniciar o mês com um novo orçamento, logo nos primeiros dias percebi que a coisa não ia funcionar. Mais uma vez os imprevistos ultrapassaram-me e tive de rever os valores e o roçamento.
O mês foi avançando e os imprevistos surgindo. Lá para a meada do mês já tinha abandonado por completo a ideia de cumprir a lista de compras, que sempre faço no início do mês, e deixado o valor que me restava para os imprevistos que acontecessem até o fim do mês.
Há já algum tempo que este descontrolo não acontecia e depois do último trimestre de 2016 me ter corrido tão bem (estive três meses sem alterar o orçamento), pensei mesmo que tinha encontrado a minha pólvora orçamental. Enganei-me redondamente!!!
E este mês foi a prova disso.
Mas porque nem tudo foi mau, este mês não só consegui colocar mais dinheiro na poupança, como não fui lá mexer. E, obviamente, as despesas obrigatórias foram todas pagas.
Quando aqui digo que o mês correu mal e todas as reflexões que faço são sempre respeitantes ao meu calcanhar de Aquiles: o dinheiro do mês, aquele valor que eu defini mensalmente para a lista de compras, para o lazer, para os imprevistos. Esse valor é que definitivamente eu não sei gerir. Isto porque cumpro sempre as minhas obrigações, poupo todos os meses e vivo abaixo dos meus rendimentos. Agora ADORAVA saber gerir o dinheiro do mês para me sobrar dinheiro enão mês.
Agora preparo o mês de Abril com um novo orçamento e renovadas esperanças que corra melhor que Março.
Desta vez tive um cuidado maior ao definir não só o orçamento como os valores e a lista de compras.
Vamos ver como corre...
E por aí como correu o mês?
P.S. -Assim do nada acho que arranjei um novo objectivo para 2017! ;-)
quinta-feira, 23 de março de 2017
A mão do diabo / José Rodrigues dos Santos
Sinopse:
A crise atingiu Tomás Noronha. Devido às medidas de austeridade, o historiador é despedido da faculdade e tem de se candidatar ao subsídio de desemprego. À porta do centro de emprego, Tomás é interpelado por um velho amigo do liceu perseguido por desconhecidos.
O fugitivo escondeu um DVD escaldante que compromete os responsáveis pela crise, mas para o encontrar Tomás terá de decifrar um criptograma enigmático.
O Tribunal Penal Internacional instaurou um processo aos autores da crise por crimes contra a humanidade. Para que este processo seja bem-sucedido, e apesar da perseguição implacável montada por um bando de assassinos, é imperativo que Tomás decifre o criptograma e localize o DVD com o mais perigoso segredo do mundo.
A verdade oculta sobre a crise.
Numa aventura vertiginosa que nos transporta ao coração mais tenebroso da alta política e finança, José Rodrigues dos Santos volta a impor-se como o grande mestre do mistério. Além de ser um romance de cortar o fôlego, A Mão do Diabo divulga informação verdadeira e revela-se um precioso guia para entender a crise, conhecer os seus autores e compreender o que nos reserva o futuro.
O fugitivo escondeu um DVD escaldante que compromete os responsáveis pela crise, mas para o encontrar Tomás terá de decifrar um criptograma enigmático.
O Tribunal Penal Internacional instaurou um processo aos autores da crise por crimes contra a humanidade. Para que este processo seja bem-sucedido, e apesar da perseguição implacável montada por um bando de assassinos, é imperativo que Tomás decifre o criptograma e localize o DVD com o mais perigoso segredo do mundo.
A verdade oculta sobre a crise.
Numa aventura vertiginosa que nos transporta ao coração mais tenebroso da alta política e finança, José Rodrigues dos Santos volta a impor-se como o grande mestre do mistério. Além de ser um romance de cortar o fôlego, A Mão do Diabo divulga informação verdadeira e revela-se um precioso guia para entender a crise, conhecer os seus autores e compreender o que nos reserva o futuro.
A aventura de Tomás Noronha continua...
Dou 3 estrelas!!
P.S- Se os factos sobre a crise forem realmente verdadeiros, estamos mesmo entregues à bicharada!!
segunda-feira, 20 de março de 2017
Alguém para amar / Jude Deveraux
Sinopse:
Jace Montgomery é um homem só. Passaram-se três anos, mas não conseguiu ainda ultrapassar o misterioso suicídio da sua noiva Stacy. Não voltou a interessar-se por outra mulher desde então e a família continua a culpá-lo pela sua morte. Ao folhear um dos antigos romances de Stacy, Jace descobre uma fotografia de uma casa com uma mensagem codificada. «Nossa, mais uma vez. Juntos para sempre. Até lá». O bilhete datava do dia anterior à morte dela. Obcecado pela necessidade de entender o suicídio de Stacy, Jace procura a propriedade - Priory House, uma enorme fortaleza de tijolo em Margate, Inglaterra - e compra-a.
Jace parte para Inglaterra determinado em descobrir finalmente a verdade. Não demora a perceber que a casa está assombrada por um obstinado fantasma, Ann Stuart, com quem se vê obrigado a lidar para resolver o mistério. Ann morreu em circunstâncias idênticas às da sua falecida noiva e ele tem um palpite de que existe uma relação entre ambas. Através das suas investigações e com a ajuda de uma bela jornalista, Jace vê-se forçado a estabelecer a conciliação entre a vida e a morte da noiva.
Alguém para amar é uma bela descoberta sobre o tempo e o amor da autoria de uma das romancistas mais acarinhadas pelos leitores de todo o mundo.
Jace parte para Inglaterra determinado em descobrir finalmente a verdade. Não demora a perceber que a casa está assombrada por um obstinado fantasma, Ann Stuart, com quem se vê obrigado a lidar para resolver o mistério. Ann morreu em circunstâncias idênticas às da sua falecida noiva e ele tem um palpite de que existe uma relação entre ambas. Através das suas investigações e com a ajuda de uma bela jornalista, Jace vê-se forçado a estabelecer a conciliação entre a vida e a morte da noiva.
Alguém para amar é uma bela descoberta sobre o tempo e o amor da autoria de uma das romancistas mais acarinhadas pelos leitores de todo o mundo.
Mais uma sugestão bem levezinha, ideal para o verão e para as férias.
:-)
Dou 4 estrelas!!!
sábado, 18 de março de 2017
Uma morte conveniente / Sofie Sarenbrant
Os autores nórdicos estão a ganhar terreno no mercado editorial português.
Já tive oportunidade de ler uns quantos e noto uma tendência neles: os policiais.
Não sei se é por opção das editoras de só publicarem este género literário, se é porque são os autores de maior sucesso lá para o norte, não sei se é demonstrativo de uma tendência nórdica. É certo que volta e meia ouvimos falar de uma atrocidade lá para aqueles lados, mas não sei quem se inspira em quem.
Uma coisa é certa os autores nórdicos estão aí e vieram para ficar.
Sinopse:
SOFIE SAREMBRANT é considerada a mais promissora autora sueca de policiais depois de uma rápida ascensão aos tops suecos. UMA MORTE CONVENIENTE foi o seu primeiro livro a cruzar as fronteiras e encontra-se já traduzido em doze países, entre os quais se contam a Alemanha e os Estados Unidos.
UMA MORTE CONVENIENTE é o primeiro livro de uma série que tem como protagonista Emma Sköld, uma jovem e entusiasta inspetora da polícia. Quando é chamada a intervir nesta investigação, Emma está grávida e começa a perguntar-se se conseguirá conciliar a carreira com a maternidade. Conta para isso com a ajuda do seu companheiro Kristoffer, um agente imobiliário viciado em trabalho que espera em breve encontrar a casa ideal para os três. Sofie Sarembrant imprime a esta intriga um ritmo imparável que nos leva a querer virar a página do primeiro ao último capítulo.
UMA MORTE CONVENIENTE é o primeiro livro de uma série que tem como protagonista Emma Sköld, uma jovem e entusiasta inspetora da polícia. Quando é chamada a intervir nesta investigação, Emma está grávida e começa a perguntar-se se conseguirá conciliar a carreira com a maternidade. Conta para isso com a ajuda do seu companheiro Kristoffer, um agente imobiliário viciado em trabalho que espera em breve encontrar a casa ideal para os três. Sofie Sarembrant imprime a esta intriga um ritmo imparável que nos leva a querer virar a página do primeiro ao último capítulo.
Como já referi, já tive oportunidade de ler de ler uns quantos autores nórdicos e, como é óbvio, gostei mais de uns que de outros.
Este foi o primeiro livro que li desta autora e não entrou para os meus favoritos. Achei a história muito previsível e lenta. É certo que no fim há ali um twist, mas se pensarmos bem, cedo começa a apontar para o assassino.
Mas também não odiei o livro. Ficou ali no meio... :-)
Dou 2 estrelas!!!
terça-feira, 14 de março de 2017
sobre o sistema de envelopes...
Eu já uso o sistema de envelopes para a gestão mensal dos meus gastos há alguns anos.
Descobri-o na internet, numa das milhares de pesquisas que já fiz sobre finanças pessoais.
Acho o sistema bastante eficaz no que toca a ajudar a poupar para as despesas anuais (como seguros, imi, etc), tornando os meses todos iguais e acabando com os meses mais apertados.
São igualmente eficazes para nos ajudar a controlar melhor o dinheiro que temos para as despesas do dia-a-dia (como supermercado, lazer, etc).
No meu ponto de vista, este sistema tem dois problemas:
1. implica andar diariamente na carteira e dinheiro vivo levante problemas de segurança;
2. no caso das poupanças anuais, quanto mais se aproxima a data de pagamento das despesas, maior é o montante que temos em casa, o que coloca novamente problemas de segurança.
Por isso, não são raras as vezes que dou por mim a pensar em formas de continuar a utilizar este sistema, mas a tentar encontrar uma forma mais eficaz de o controlar sem que isso implique andar com envelopes atrás de mim.
E, ultimamente, motivada por todas as alterações que tive de fazer no orçamento, esta dúvida regressou.
Será que existe uma forma eficaz de controlar o dinheiro, usando o sistema de envelopes, sem ter de os ter fisicamente?
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