sexta-feira, 1 de junho de 2018

Viver com pouco # 13: Disciplina!!


No que respeita ao orçamento, no meu caso, tenho-me apercebido que sou muito pouco disciplinada. Sobretudo, no que toca à shopping list e a manter-me nos limites que estabeleci para aquele mês.
É uma luta diária lutar contra compras impulsivas e desnecessárias, resistir ao gelado ou bolo...
E é muito cansativo e até desmotivante - confesso! - estar sempre a fazer contas.
Mas, como tanta coisa na vida, também a disciplina é um hábito. Que se pode e deve adquirir e manter na nossa vida.
Junho, por aqui, será um mês dedicado a treinar a disciplina orçamental. A cumprir os limites que defini para este mês. A procurar estratégias e ferramentas que me ajudem a tornar-me mais disciplinada, mais focada nos meus objectivos.
Afinal se quero cumprir sonhos e objectivos tenho de lutar por eles. :-)
Que estratégias vocês utilizam para treinar a disciplinar orçamental?

1 comentário:

  1. Olá! Não me quero, obviamente, armar aqui em psicólogo de trazer por casa, mas dá-me um bocado a ideia de que vês o "não gastar" como um sacrifício, que associas um bocado o acto de gastar dinheiro à felicidade, a "viver a vida", etc., e por isso poupar custa-te tanto... tipo "podia estar a sentir-me feliz e não estou". É como se estivesses esfomeada, e a forçar-te a não comer.

    Eu também já fui bastante assim (ainda recentemente descrevi no meu blog como até há poucos meses, sempre que me sentia mais em baixo, a minha solução era "deixa ver o que está em promoção nestas lojas digitais"), mas *acho* (não quero estar aqui a deitar foguetes antes da festa) que já começo a disassociar o acto de "gastar" e a sensação de alegria, prazer, felicidade, etc., já que, vendo bem as coisas, acabam por ter pouco a ver. E, neste momento, poupar cada vez mais tornou-se quase um "jogo" para mim, já não é um sacrifício horrível (se bem que ainda tenho muito para melhorar, é claro).

    Por outras palavras: mudar de hábitos à força é difícil. Mas, se mudarmos "a cabeça" primeiro, os bons hábitos passam a vir naturalmente.

    Claro que somos todos diferentes, mas comigo foi isso que (finalmente) resultou, depois de mais de duas décadas a desperdiçar dinheiro.

    ResponderEliminar